Segurança ofensiva e teste de intrusão

Pentest: ache a falha antes do criminoso

A pergunta não é se vão tentar invadir a sua empresa, é quando. No pentest, simulamos um ataque real e autorizado contra os seus sistemas para encontrar as vulnerabilidades antes que um criminoso as explore. Você recebe não só a lista de falhas, mas o risco concreto de cada uma e o caminho para corrigi-las, com relatório e reteste, apoiando a conformidade com LGPD, PCI DSS e as normas do Banco Central.

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Onde está a brecha?

Reproduzimos o raciocínio de um atacante real para encontrar e explorar as vulnerabilidades exploráveis do seu ambiente, não só listar falhas conhecidas.

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Como me proteger?

Relatório com plano de correção priorizado por risco e reteste ao final, para confirmar que as brechas foram efetivamente fechadas.

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Superfícies de ataque

O que testamos no seu ambiente

Um atacante procura o elo mais fraco, e ele pode estar em qualquer parte da sua operação digital. Estas são as superfícies que avaliamos, isoladas ou combinadas, conforme o que é mais crítico para o seu negócio.

O pentest é uma peça de uma estratégia de segurança maior. Conheça os serviços que se somam a ele:

Por que escolher nossos serviços

Metodologia científica, laudos que convencem

Existe uma diferença enorme entre rodar uma ferramenta automática e fazer um pentest de verdade. O scanner aponta falhas conhecidas; o atacante real, não. Ele combina três vulnerabilidades médias que, sozinhas, ninguém priorizaria, e transforma isso no acesso ao seu banco de clientes. Um pentest bem feito reproduz exatamente esse raciocínio humano e criativo, mostrando não a teoria do risco, mas o que de fato dá para fazer contra o seu ambiente, que é a única coisa que convence a diretoria a agir.

Cada teste segue metodologias reconhecidas, como OWASP, PTES e as diretrizes do NIST, combinadas com a criatividade que nenhuma ferramenta substitui. E o resultado chega em dois níveis: um relatório executivo, que traduz o risco para a diretoria decidir, e um relatório técnico, que dá ao time de TI o passo a passo de cada correção, porque relatório que não se entende não vira segurança.

Tudo é autorizado formalmente e regido por contrato e sigilo, com escopo, horários e limites definidos com você antes de começar, o que separa o hacking ético de uma invasão real. O trabalho apoia diretamente a sua conformidade com a LGPD, a ISO 27001, o PCI DSS e as resoluções do Banco Central, com atendimento remoto em todo o território nacional.

Quando fazer

Sinais de que sua empresa precisa de um pentest

Pentest não é luxo de grande empresa: é o que revela o risco antes que ele vire prejuízo. Estes são os momentos em que ele deixa de ser recomendável e passa a ser urgente.

Sinal 01

Uma norma exige o teste

PCI DSS, ISO 27001 ou as resoluções do Banco Central pedem, direta ou indiretamente, testes de intrusão periódicos por equipe independente.

Sinal 02

Você lança ou atualiza um sistema

Um novo site, aplicativo ou grande atualização entra no ar. Testar antes do go-live evita colocar uma porta aberta em produção.

Sinal 03

Você trata dados sensíveis de clientes

Guardar dados pessoais, financeiros ou de saúde eleva o risco e a responsabilidade sob a LGPD. O pentest demonstra diligência.

Sinal 04

Migrou para a nuvem

Ambientes em nuvem são poderosos, mas um erro de configuração expõe dados ao mundo. Testar essas configurações é essencial.

Sinal 05

Um cliente ou investidor pediu

Contratos, due diligence e processos de M&A cada vez mais exigem evidência de que a sua segurança foi testada por um terceiro.

Sinal 06

Nunca foi testada

Se a sua empresa nunca passou por um pentest, o simples fato de não saber onde estão as brechas já é, por si só, o maior dos riscos.

Nossa metodologia de trabalho

Um processo rigoroso e transparente

Escopo e autorização

Definimos juntos o que será testado, a modalidade, os horários e os limites, com autorização formal e contrato de sigilo antes de qualquer ação.

Reconhecimento e varredura

Mapeamento da superfície de ataque e identificação de vulnerabilidades no escopo, combinando ferramentas e análise manual.

Exploração controlada

Exploração das falhas encontradas, de forma segura, para comprovar o risco real e o que um atacante conseguiria alcançar de fato.

Relatório e reteste

Entrega do relatório executivo e técnico com plano de correção priorizado e, após os ajustes, reteste para confirmar as correções.

Quem assina o trabalho

O perito por trás da assistência técnica

Os testes de intrusão da Infosec Security são conduzidos por Julio Cesar Madeira Soares, perito judicial e extrajudicial com duas décadas de atuação prática em perícias complexas e consultoria em segurança da informação, com atuação em tribunais de justiça de todo o Brasil, nas esferas criminal, cível, trabalhista e corporativa.

A formação une profundo conhecimento técnico em Ciência da Computação a múltiplas pós-graduações nas áreas de Forense Digital, Perícia em Imagens, Perícia Judicial e Direito Digital, além de MBA na área, garantindo uma visão que alinha a análise técnica à estratégia processual. Como Especialista em Segurança da Informação e DPO, soma a perspectiva de conformidade legal exigida pelos casos que envolvem dados pessoais.

Todo trabalho segue metodologias reconhecidas, como OWASP, PTES e as diretrizes do NIST, com processos rigorosos, autorização formal e sigilo em todas as etapas, e relatórios escritos em dois níveis: um executivo, para a diretoria decidir com base no risco, e um técnico, para o time de TI corrigir cada falha sem jargões desnecessários.

Formação acadêmica

Graduação em Ciência da Computação, MBA e dezenove pós-graduações que cobrem o espectro técnico, jurídico e comportamental da perícia digital.

Pós-graduação em Engenharia de Software

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Psicologia Forense

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Administração de Banco de Dados

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Direito Penal e Criminologia

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul mar 2026 a fev 2027

Pós-graduação em Engenharia de Redes e Telecomunicações

Anhanguera Educacional fev 2026 a dez 2026

Pós-graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal

Legale Educacional set 2025 a set 2026

Pós-graduação em Perícias Forenses

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação ago 2025 a ago 2026

Pós-graduação em Perícia em Imagens e Documentos Digitais

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação jul 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Direito Imobiliário

Legale Educacional jun 2025 a jun 2026

Pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil

Legale Educacional mai 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Criminologia

Anhanguera Educacional mai 2025 a jan 2026

Pós-graduação em Documentoscopia com Ênfase em Perícia

Faculdade Facuminas jun 2024 a mar 2025

Pós-graduação em Data Protection Officer (DPO)

Anhanguera Educacional fev 2024 a abr 2025

Pós-graduação em Ciência Forense e Perícia Criminal

Faculdade Facuminas set 2023 a set 2024

Pós-graduação em Perícia Forense Aplicada a Informática

Faculdade Facuminas set 2023 a mai 2024

Pós-graduação em Cybercrime e Cybersecurity: Prevenção e Investigação de Crimes Digitais

Faculdade Facuminas ago 2023 a ago 2024

Pós-graduação em Direito Perícia Judicial e Extrajudicial

Faculdade Facuminas mai 2023 a mai 2024

MBA em Gestão e Tecnologia em Segurança da Informação

DARYUS Consultoria e Treinamento abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Direito Digital

Multivix abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Perícia Forense Digital

DARYUS Consultoria e Treinamento fev 2019 a nov 2019

Bacharel em Ciência da Computação

Faculdade Pitágoras jan 2014 a dez 2017

Para quem trabalhamos

Quem contrata um pentest

Fintechs e instituições financeiras

Apoio a quem precisa cumprir as resoluções do Banco Central e o PCI DSS, que exigem teste de intrusão periódico por equipe independente.

  • Pentest para conformidade regulatória
  • Relatório e reteste como evidência para auditoria
  • Proteção de APIs e dados de pagamento

E-commerce, SaaS e startups

Apoio a negócios digitais cujo produto é a própria aplicação, e cuja segurança é condição para crescer, vender e captar investimento.

Empresas em conformidade e M&A

Apoio a quem busca ISO 27001, responde a exigências de clientes ou passa por due diligence em processos de fusão e aquisição.

  • Pentest como controle de segurança verificável
  • Demonstração de diligência sob a LGPD
  • Exercícios de red team

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre pentest

O que é um pentest e para que serve?

Pentest, ou teste de intrusão, é um ataque simulado e autorizado contra os seus sistemas, feito por um especialista para encontrar vulnerabilidades antes que um criminoso as explore. Diferente de um scanner automático, ele reproduz o raciocínio de um atacante real, encadeando falhas e testando o que realmente dá acesso ao ambiente. O objetivo não é só listar problemas, mas mostrar o risco concreto e como corrigi-lo.

Qual a diferença entre pentest e um scanner de vulnerabilidades?

O scanner automático encontra falhas conhecidas em larga escala, o que é útil, mas ele não entende o contexto do seu negócio. O pentest vai além: um profissional avalia se aquelas falhas são realmente exploráveis, encadeia vulnerabilidades médias que juntas viram um acesso crítico e encontra brechas de lógica que nenhuma ferramenta detecta sozinha. Um complementa o outro, mas só o pentest mostra o risco real de um ataque humano.

Qual a diferença entre black box, gray box e white box?

São os níveis de informação que o testador recebe. No black box, ele parte do zero, como um atacante externo sem acesso, o que simula bem uma ameaça de fora. No gray box, recebe acesso parcial, credenciais de usuário comum ou alguma documentação, simulando um cliente, parceiro ou funcionário mal-intencionado, e é a modalidade mais usada por equilibrar realismo e profundidade. No white box, tem acesso total ao ambiente e ao código, permitindo a análise mais completa. A escolha depende do objetivo e do orçamento.

O pentest pode derrubar ou danificar meus sistemas?

O trabalho é conduzido com cuidado justamente para evitar isso. Antes de começar, definimos em conjunto o escopo, os horários e os limites, e testes mais sensíveis, como os que poderiam afetar a disponibilidade, só são feitos com autorização expressa e, quando necessário, em ambiente de homologação. O objetivo é revelar o risco sem causar dano à operação, e a comunicação durante o projeto mantém tudo sob controle.

O que a empresa recebe ao final do pentest?

Um relatório em duas camadas. A executiva, em linguagem de negócio, mostra o risco geral, o impacto e as prioridades, feita para a diretoria decidir. A técnica descreve cada vulnerabilidade, como foi explorada, a evidência e o passo a passo da correção, feita para o time de TI agir. Entregamos ainda um plano de correção priorizado por criticidade e, na maioria dos casos, um reteste para confirmar que as falhas foram efetivamente resolvidas.

O pentest é obrigatório para a minha empresa?

Depende do setor. Para instituições financeiras e de pagamento, as resoluções do Banco Central (como a Res. CMN nº 5.274/2025 e a Res. BCB nº 538/2025) passaram a exigir testes de intrusão periódicos por equipe independente, e o PCI DSS obriga pentest ao menos anual para quem lida com dados de cartão. Já a LGPD e a ISO 27001 não citam a palavra pentest, mas exigem medidas técnicas adequadas, e o teste é a forma prática de demonstrar essa diligência, especialmente diante da ANPD após um incidente.

Com que frequência devo fazer pentest?

A recomendação geral é ao menos uma vez por ano e sempre após mudanças significativas: um novo sistema, uma grande atualização, uma migração para a nuvem ou uma integração crítica. Ambientes que mudam muito ou que lidam com dados sensíveis se beneficiam de testes mais frequentes. A ideia é que o ambiente testado hoje pode ter novas brechas amanhã, então o pentest é um processo recorrente, não um evento único.

O que pode ser testado em um pentest?

Praticamente toda a superfície digital: aplicações web e APIs, redes internas e externas, servidores e infraestrutura, ambientes em nuvem, aplicativos móveis, redes sem fio e até o fator humano, por meio de campanhas de phishing e engenharia social. O escopo é definido conforme o que é mais crítico para o seu negócio e conforme o objetivo, seja conformidade, seja a proteção de um ativo específico.

Vocês só apontam os problemas ou ajudam a corrigir?

Apontar sem orientar a correção seria entregar meio serviço. Cada vulnerabilidade do relatório vem com a recomendação técnica de como resolvê-la, priorizada por criticidade, para que o time saiba por onde começar. Ficamos à disposição para esclarecer dúvidas durante a remediação e, ao final, o reteste confirma que as correções realmente fecharam as brechas.

As informações da minha empresa ficam seguras durante o teste?

A confidencialidade é absoluta. O trabalho é regido por contrato e acordo de sigilo, os dados acessados durante o teste são tratados com o máximo cuidado e as evidências são armazenadas de forma segura. Todo o serviço é autorizado formalmente pela empresa antes de começar, o que diferencia o hacking ético de uma invasão real: existe permissão, escopo e responsabilidade.

Pentest é a mesma coisa que red team?

São parentes, mas com focos diferentes. O pentest busca encontrar o máximo de vulnerabilidades exploráveis em um escopo definido, dentro de um prazo. O red team é mais amplo e furtivo: simula um adversário real com um objetivo específico, testando também a capacidade de detecção e resposta da equipe de defesa. Muitas empresas começam pelo pentest e evoluem para exercícios de red team conforme sua maturidade cresce.

Preciso ter uma equipe de segurança para contratar um pentest?

Não. Empresas de todos os tamanhos contratam pentest, inclusive as que não têm equipe de segurança dedicada. Nesses casos, o relatório é ainda mais valioso, porque traduz o risco em linguagem acessível e entrega um plano de ação claro sobre o que priorizar. O importante é dar o primeiro passo para enxergar as próprias vulnerabilidades antes que um atacante o faça.

Quanto custa um pentest?

Depende do escopo: o número de sistemas, aplicações e endereços a testar, a modalidade escolhida e a profundidade do trabalho. Um teste em uma única aplicação web é diferente de avaliar toda a infraestrutura de uma empresa. Após uma conversa inicial para entender o seu ambiente e objetivo, sem compromisso, enviamos uma proposta com escopo, prazo e valor fechados.

Entenda a fundo

Melhor você achar a falha primeiro

Prevenir é muito mais barato que remediar

Contratar um pentest custa uma fração do que custa um vazamento: multa da ANPD, cliente perdido, operação parada, reputação em frangalhos e a investigação forense que vem depois. A lógica é simples e dura: ou você paga um especialista para achar a falha em condições controladas, ou paga muito mais caro quando um criminoso a encontra do jeito dele, na hora que menos convém. O pentest é o único jeito de saber onde você está vulnerável sem viver o prejuízo para descobrir.

E ele não vive isolado. O pentest se conecta ao red team quando o objetivo é testar também a detecção e a resposta, à auditoria de segurança que revisa políticas e controles, e à adequação à LGPD. E quando a prevenção falha, é a mesma casa que atua na investigação do incidente, o que dá ao teste a visão realista de quem também vê o estrago.

Hacker ético é o do lado certo

Assusta ouvir que alguém vai "invadir" a sua empresa, mas é aí que está toda a diferença: o pentest é feito com autorização formal, escopo definido e contrato de sigilo. As mesmas técnicas que um criminoso usaria são aplicadas por quem está do seu lado, com a missão de mostrar as brechas e ajudar a fechá-las, não de explorá-las. Permissão, responsabilidade e ética são o que separam o hacking ético do crime, e o que garante que o teste fortaleça a sua segurança em vez de ameaçá-la.

É a mesma honestidade que aplicamos em tudo: relatamos só o que realmente conseguimos explorar, com o grau de risco que a evidência sustenta, sem inflar achados para impressionar. Um relatório que reconhece o que é crítico e o que é menor vale muito mais para a sua tomada de decisão do que uma lista alarmista que trata tudo como emergência.

Norma e conformidade

Quando o pentest deixa de ser opção

No setor financeiro, virou exigência

O que antes era boa prática hoje é obrigação em vários setores. No mercado financeiro, as resoluções do Banco Central, como a Res. CMN nº 5.274/2025 e a Res. BCB nº 538/2025, passaram a exigir testes de intrusão periódicos conduzidos por equipe independente, com documentação formal e plano de correção. No mundo dos cartões, o PCI DSS determina expressamente pentest interno e externo ao menos uma vez por ano e após mudanças relevantes no ambiente.

Nesses casos, o relatório não serve só para corrigir falhas: ele é a evidência que o auditor exige, e o reteste é o que comprova que a correção foi feita. Contratar um profissional independente é parte do próprio requisito, e é exatamente esse papel que assumimos, entregando a documentação no padrão que a fiscalização espera.

Na LGPD, é a prova da sua diligência

A LGPD não usa a palavra pentest, mas exige que a empresa adote medidas técnicas adequadas para proteger os dados pessoais que trata. Na prática, quando ocorre um vazamento, a ANPD quer ver evidência de que a empresa foi diligente, de que testou a própria segurança e agiu sobre o que encontrou. Um histórico de pentests e correções é um dos argumentos mais fortes para demonstrar essa diligência e influenciar a proporcionalidade de eventuais sanções.

O mesmo vale para a ISO 27001, em que o teste materializa controles de segurança, e para exigências de clientes e investidores. Em todos esses cenários, o pentest deixa de ser um custo e vira um ativo: a prova, verificável por terceiros, de que a sua segurança não é só uma promessa no papel. Isso conversa diretamente com a adequação à LGPD e com a governança de segurança da empresa.

Glossário

Os termos do pentest, sem mistério

O vocabulário que você vai encontrar em propostas e relatórios de teste de intrusão, explicado em linguagem direta. O panorama completo das técnicas está nas páginas de perícia digital e forense digital.

Pentest (teste de intrusão)
Ataque simulado e autorizado contra sistemas para encontrar e explorar vulnerabilidades antes que um criminoso o faça, com foco no risco real.
Vulnerabilidade
Uma falha ou fraqueza em um sistema, aplicação ou configuração que pode ser explorada para obter acesso, dados ou controle indevidos.
Black box
Modalidade em que o testador parte sem nenhuma informação, como um atacante externo. Simula bem uma ameaça de fora do ambiente.
Gray box
Modalidade com acesso parcial, como o de um usuário comum. A mais usada, por equilibrar realismo e profundidade de análise.
White box
Modalidade com acesso total ao ambiente e ao código, que permite a avaliação mais completa e a detecção de falhas complexas.
OWASP Top 10
Lista das dez categorias de vulnerabilidades mais críticas em aplicações web, referência mundial usada como base nos testes.
Superfície de ataque
O conjunto de todos os pontos por onde um atacante poderia tentar entrar: sites, APIs, servidores, nuvem, redes e até as pessoas.
Exploração (exploit)
O ato de aproveitar uma vulnerabilidade para comprovar, de forma controlada, o que um atacante conseguiria realmente alcançar.
Hacker ético
O profissional que usa técnicas de ataque com autorização, escopo e sigilo, para proteger a empresa em vez de prejudicá-la.
Reteste
Nova verificação, após as correções, para confirmar que as vulnerabilidades apontadas foram efetivamente resolvidas.
Red team
Simulação de adversário mais ampla e furtiva, com objetivo definido, que testa também a capacidade de detecção e resposta da empresa.
Phishing
Técnica que engana pessoas para obter acesso ou informação. Em pentest, é usada de forma controlada para medir o risco humano.

Sabe onde a sua empresa está vulnerável?

Fale conosco para uma conversa inicial, sem compromisso. Descobrir as suas brechas em um teste controlado é sempre melhor do que descobri-las em um ataque real.

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