Análise forense computacional

Perícia digital: o dado vira prova

Computadores, celulares, servidores, nuvem, e-mails e documentos eletrônicos guardam a resposta de muitos processos. Nosso trabalho é extrair essa resposta com método reconhecido, preservar a integridade do vestígio do primeiro minuto e entregar um laudo que se sustenta quando a outra parte tenta derrubá-lo. Atendimento a advogados, empresas e pessoas físicas em todo o Brasil.

Produzir

Você precisa provar um fato

Coleta forense, análise e laudo que respondem perguntas objetivas sobre autoria, data, conteúdo e integridade daquilo que está em disputa.

Ver o que examinamos
Contestar

A prova da outra parte não convence

Análise crítica de laudos e evidências apresentados no processo, com quesitos, apontamento de falhas de método e parecer divergente.

Conhecer a assistência técnica

Modalidades de exame

O que a perícia digital examina

Cada tipo de vestígio pede ferramenta, método e cuidado próprios. Estas são as frentes que conduzimos, isoladamente ou combinadas dentro do mesmo caso.

Para casos de golpes e fraudes, a frente específica de coleta de evidências de crimes cibernéticos concentra o atendimento de urgência. Para apuração de autoria e materialidade, veja a investigação de crimes digitais. O panorama de todas as frentes está na página de perícias.

Sinais de alerta

Como saber se o seu caso pede perícia

Nem toda disputa com conteúdo digital precisa de perito. Estas são as situações em que, pela nossa experiência, a ausência de prova técnica costuma custar caro depois.

  • A outra parte contesta a autenticidade de uma mensagem ou documento que você apresentou
  • Toda a sua prova hoje se resume a capturas de tela
  • Alguém apagou arquivos, e-mails ou conversas que interessavam ao caso
  • Você precisa demonstrar quando algo aconteceu, e não apenas que aconteceu
  • Um ex-colaborador saiu levando informação e você suspeita, mas não consegue comprovar
  • Houve acesso indevido a sistemas e ninguém sabe dizer até onde ele chegou
  • O laudo pericial dos autos chegou com conclusões que não parecem sustentadas
  • Existe risco real de o conteúdo sair do ar antes de você entrar com a ação

Se algum desses pontos descreve o seu caso, a conversa inicial já ajuda a definir o que precisa ser preservado hoje e o que pode esperar. Fale com um perito antes de qualquer providência que altere o material.

Resultado prático

As perguntas que um laudo consegue responder

Perícia boa não devolve um relatório cheio de tela preta e termo técnico. Ela responde, com precisão e limites claros, o que o caso precisa saber.

01 / AUTORIA

Quem fez?

Correlação entre usuário logado, dispositivo, endereço de rede e horário para vincular uma ação a uma origem identificável, sempre com o grau de certeza que os dados sustentam.

Discutir meu caso
02 / CRONOLOGIA

Quando aconteceu?

Reconstrução de linha do tempo a partir de carimbos de data, registros do sistema e artefatos de uso, mostrando a sequência real dos eventos e não a versão contada.

Discutir meu caso
03 / INTEGRIDADE

O arquivo é autêntico?

Verificação de adulteração em documentos, planilhas, imagens e mensagens, com exame de metadados, estrutura interna e indícios de edição posterior à criação.

Discutir meu caso
04 / RECUPERAÇÃO

O que foi apagado?

Recuperação de arquivos, mensagens e registros removidos, além da demonstração do próprio ato de apagamento, que muitas vezes vale tanto quanto o conteúdo perdido.

Discutir meu caso
05 / ALCANCE

Até onde o acesso chegou?

Delimitação do que foi visto, alterado ou executado em um sistema comprometido, informação essencial para dimensionar o dano e para a comunicação exigida pela LGPD.

Discutir meu caso
06 / VAZAMENTO

O que saiu da empresa?

Identificação de cópias para mídias removíveis, envios por e-mail e uploads para serviços pessoais, típicos em casos de desvio de informação por colaborador que sai.

Discutir meu caso
Cópia bit a bit Bloqueador de escrita Hash MD5 e SHA-256 Recuperação de dados apagados Esculpimento de arquivos Linha do tempo forense Registro do Windows Artefatos de navegação Análise de memória volátil Logs de servidor E-discovery Análise de malware Esteganografia Quesitos e parecer técnico Ata notarial Cadeia de custódia

Como trabalhamos

Método reconhecido, resultado verificável

Existe uma diferença grande entre olhar um computador e periciar um computador. Olhar é abrir pastas, ler arquivos e tirar conclusões, e isso altera datas de acesso, sobrescreve espaço livre e destrói exatamente o que interessava. Periciar é isolar o equipamento, produzir uma cópia bit a bit com bloqueio de escrita, calcular o hash dessa cópia e trabalhar sobre ela, deixando o original intocado e disponível para conferência por qualquer outro perito.

Esse rigor tem uma finalidade prática, que é sobreviver ao contraditório. Um laudo pode estar tecnicamente certo e ainda assim cair porque ninguém documentou quem manipulou o material, em que momento e com qual ferramenta. Por isso todo exame aqui registra escopo, procedimentos, versões utilizadas, valores de hash e cadeia de custódia, seguindo as referências da ABNT ISO/IEC 27037 para tratamento do vestígio digital e, no âmbito penal, a disciplina dos arts. 158-A a 158-F do Código de Processo Penal.

O terceiro compromisso é o da honestidade científica. Laudo sério afirma apenas o que o dado sustenta e explicita o que não pode ser afirmado, porque conclusão esticada é o ponto por onde o assistente técnico da outra parte entra. O documento final é escrito para advogados e juízes, com linguagem direta, respostas objetivas aos quesitos e anexos técnicos para quem quiser conferir cada passo.

Nossa metodologia de trabalho

Um processo rigoroso e transparente

Consulta inicial

Entendimento do caso, definição do que precisa ser respondido e avaliação honesta de viabilidade antes de qualquer contratação.

Coleta e preservação

Aquisição forense do material com bloqueio de escrita, cálculo de hash e cadeia de custódia documentada desde o primeiro contato com o vestígio.

Análise laboratorial

Exame da cópia em ambiente controlado, com correlação entre fontes distintas e reconstrução da sequência dos eventos.

Laudo e sustentação

Relatório claro, com resposta objetiva aos quesitos, anexos técnicos e apoio na fase de esclarecimentos quando o processo exigir.

Por dentro do exame

As oito etapas de um exame forense

É este encadeamento que separa uma opinião técnica de uma prova. Cada etapa gera registro, e é o conjunto desses registros que sustenta o laudo depois.

Definição do escopo

Tradução da dúvida jurídica em perguntas técnicas respondíveis, com delimitação clara do que será e do que não será examinado.

Identificação dos vestígios

Mapeamento de onde a informação relevante pode estar, considerando dispositivos, contas, servidores, nuvem e backups.

Isolamento

Interrupção de sincronizações, apagamentos automáticos e acessos remotos que possam alterar o material antes da coleta.

Aquisição forense

Cópia bit a bit com bloqueio de escrita, preservando inclusive espaço não alocado, onde vivem os arquivos apagados.

Verificação de integridade

Cálculo e conferência de hash do original e da cópia, provando que ambos são idênticos e que nada foi alterado no caminho.

Análise e correlação

Exame dos artefatos, recuperação do que foi removido e cruzamento entre fontes distintas para confirmar ou descartar hipóteses.

Documentação e laudo

Registro de método, ferramentas, versões e achados, com respostas objetivas aos quesitos e limites explícitos das conclusões.

Sustentação técnica

Esclarecimentos, resposta a impugnações e apoio ao advogado em audiência, quando o laudo é questionado pela parte contrária.

Qual exame responde qual pergunta

Um mapa rápido entre a situação que você tem em mãos e o tipo de perícia que costuma resolvê-la.

Muitos casos combinam mais de uma frente. A definição final sai da consulta inicial, depois de entender o que precisa ser provado.
Situação Exame indicado O que o laudo responde
Ex-funcionário levou a carteira de clientes Perícia em computador e mídias removíveis Quais arquivos foram copiados, para onde e em que momento
Mensagem apresentada no processo parece adulterada Perícia em dispositivo móvel Se o conteúdo confere com a base original e se houve edição
Foto ou vídeo pode ser montagem Perícia em imagem e vídeo Indícios de manipulação, origem do arquivo e metadados de captura
Servidor foi invadido Perícia em redes e servidores Vetor de entrada, alcance do acesso e dados eventualmente exfiltrados
Documento assinado eletronicamente é contestado Perícia em documentos e assinaturas digitais Validade do certificado, integridade do arquivo e momento da assinatura
Vítima de golpe financeiro Coleta de evidências de crimes cibernéticos Cronologia do golpe, identificadores das contas e caminho do valor
Arquivos sumiram do sistema Recuperação e análise de artefatos O que existia, o que foi apagado, quando e por qual usuário
Laudo da outra parte parece frágil Assistência técnica e parecer divergente Falhas de método, excessos de conclusão e pontos que invalidam o achado

Onde a prova costuma estar

Fontes de evidência além do computador

Quando o disco não responde a pergunta, quase sempre existe outro lugar que responde. Esta é a lista que percorremos antes de dizer que não há material.

Nuvem

Serviços em nuvem e SaaS

Histórico de versões, lixeiras com retenção estendida, registros de compartilhamento e trilhas de auditoria que sobrevivem mesmo depois de o arquivo sumir do computador local.

Correio

E-mail corporativo

Cabeçalhos completos, regras de encaminhamento criadas por invasores, itens recuperáveis e logs de acesso à caixa postal, decisivos em fraudes de pagamento e desvios internos.

Sistemas

ERP, CRM e bancos de dados

Trilhas de auditoria, tabelas de histórico e registros de alteração que mostram quem mudou o quê e quando, mesmo quando a tela do sistema exibe apenas o estado atual.

Retenção

Backups e snapshots

Cópias de segurança e imagens de máquinas virtuais que preservam o estado anterior ao apagamento, muitas vezes a única fonte restante do arquivo original.

Vestíveis

Relógios, IoT e assistentes

Relógios inteligentes, fechaduras conectadas, campainhas com câmera e assistentes de voz registram presença, deslocamento e horários com precisão surpreendente.

Mobilidade

Veículos e rastreadores

Centrais multimídia guardam contatos, chamadas e pareamentos de celular, e sistemas de rastreamento mantêm histórico de trajeto útil em disputas trabalhistas e criminais.

Vigilância

Câmeras, DVR e controle de acesso

Gravações que precisam ser extraídas do equipamento original com o formato preservado, somadas a registros de catraca, crachá e biometria de entrada.

Ativos

Criptoativos e blockchain

Transações públicas e permanentes que permitem documentar o caminho dos valores entre carteiras, com a identificação dos titulares dependendo das corretoras e de ordem judicial.

Escolhendo o caminho

Perito judicial, assistente técnico ou perícia particular?

A dúvida aparece em quase toda primeira conversa com advogado. O quadro abaixo resume as diferenças práticas de cada caminho.

Os caminhos não são excludentes. É comum uma parte contratar parecer extrajudicial antes da ação e depois indicar assistente técnico para acompanhar a perícia determinada nos autos.
Caminho Quem define Quando cabe Documento gerado
Perito judicial Nomeado pelo juízo Quando a prova depende de conhecimento técnico, nos termos do art. 156 do CPC Laudo pericial
Assistente técnico Indicado pela parte No prazo do art. 465, § 1º, junto com os quesitos, para acompanhar o perito Parecer técnico, concordante ou divergente
Perícia extrajudicial Contratada diretamente Antes da ação, em negociação, apuração interna ou para instruir a inicial Parecer ou relatório técnico
Produção antecipada de provas Requerida ao juízo Quando há risco de a evidência desaparecer antes do processo, arts. 381 a 383 do CPC Prova documentada judicialmente
Ata notarial Lavrada por tabelião Para atestar conteúdo visível hoje, como um perfil ou uma página, art. 384 do CPC Ata pública

Quem assina o trabalho

O perito que assina os laudos

As perícias digitais da Infosec Security são conduzidas por Julio Cesar Madeira Soares, perito judicial e extrajudicial com duas décadas de atuação prática em perícias complexas e consultoria em segurança da informação, com atuação em tribunais de justiça de todo o Brasil, nas esferas criminal, cível, trabalhista e corporativa.

A formação une profundo conhecimento técnico em Ciência da Computação a múltiplas pós-graduações nas áreas de Forense Digital, Perícia Forense Aplicada à Informática, Perícia Judicial e Extrajudicial e Direito Digital, além de MBA na área, garantindo uma visão que alinha a análise técnica à estratégia processual. Como Especialista em Segurança da Informação e DPO, soma a perspectiva de conformidade legal exigida pelos casos que envolvem dados pessoais.

Todos os procedimentos seguem as melhores práticas e a legislação vigente, incluindo o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e a LGPD (Lei nº 13.709/2018), com processos rigorosos e documentados que garantem a integridade e a admissibilidade das provas, e laudos e pareceres escritos para serem compreendidos por advogados e juízes, sem jargões desnecessários.

Formação acadêmica

Graduação em Ciência da Computação, MBA e dezenove pós-graduações que cobrem o espectro técnico, jurídico e comportamental da perícia digital.

Pós-graduação em Engenharia de Software

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Psicologia Forense

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Administração de Banco de Dados

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Direito Penal e Criminologia

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul mar 2026 a fev 2027

Pós-graduação em Engenharia de Redes e Telecomunicações

Anhanguera Educacional fev 2026 a dez 2026

Pós-graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal

Legale Educacional set 2025 a set 2026

Pós-graduação em Perícias Forenses

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação ago 2025 a ago 2026

Pós-graduação em Perícia em Imagens e Documentos Digitais

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação jul 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Direito Imobiliário

Legale Educacional jun 2025 a jun 2026

Pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil

Legale Educacional mai 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Criminologia

Anhanguera Educacional mai 2025 a jan 2026

Pós-graduação em Documentoscopia com Ênfase em Perícia

Faculdade Facuminas jun 2024 a mar 2025

Pós-graduação em Data Protection Officer (DPO)

Anhanguera Educacional fev 2024 a abr 2025

Pós-graduação em Ciência Forense e Perícia Criminal

Faculdade Facuminas set 2023 a set 2024

Pós-graduação em Perícia Forense Aplicada a Informática

Faculdade Facuminas set 2023 a mai 2024

Pós-graduação em Cybercrime e Cybersecurity: Prevenção e Investigação de Crimes Digitais

Faculdade Facuminas ago 2023 a ago 2024

Pós-graduação em Direito Perícia Judicial e Extrajudicial

Faculdade Facuminas mai 2023 a mai 2024

MBA em Gestão e Tecnologia em Segurança da Informação

DARYUS Consultoria e Treinamento abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Direito Digital

Multivix abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Perícia Forense Digital

DARYUS Consultoria e Treinamento fev 2019 a nov 2019

Bacharel em Ciência da Computação

Faculdade Pitágoras jan 2014 a dez 2017

Para quem trabalhamos

Três perfis, necessidades diferentes

A técnica é a mesma, mas o que cada um precisa receber muda bastante. O formato da entrega acompanha o uso que a prova vai ter.

Advogados e escritórios

Apoio técnico da estratégia probatória à audiência, com material preparado para resistir à impugnação.

Empresas e instituições

Apuração interna e resposta a incidentes com preservação de prova, discrição e mínimo impacto na operação.

Pessoas físicas

Atendimento direto para quem precisa provar um fato ou derrubar uma prova digital usada contra si.

Para advogados

Como formular bons quesitos

Quesito mal escrito produz laudo inútil, e não há perito que conserte isso depois. Bom quesito é específico, respondível com o material disponível e neutro na formulação. Os exemplos abaixo servem como ponto de partida, e ajustamos junto com você conforme o caso.

MODELO / MENSAGENS

Autenticidade de conversas

  • O conteúdo apresentado às fls. X corresponde ao existente no aparelho examinado?
  • Há indícios técnicos de edição, exclusão ou inserção de mensagens no período indicado?
  • Qual a data e a hora de envio e recebimento, com indicação do fuso horário considerado?
  • É possível identificar o número e o dispositivo de origem de cada mensagem?
MODELO / DESVIO

Informação levada por ex-colaborador

  • Houve conexão de mídia removível ao equipamento no período indicado? Quais e quando?
  • Foram copiados arquivos para mídia externa, nuvem pessoal ou e-mail particular?
  • Quais arquivos foram acessados ou apagados nos dias que antecederam o desligamento?
  • É possível vincular essas ações ao usuário que estava autenticado no sistema?
MODELO / INCIDENTE

Invasão e acesso indevido

  • Qual foi o vetor de entrada identificado e em que data ocorreu o primeiro acesso?
  • Quais sistemas e bases de dados foram alcançados a partir desse acesso?
  • Há evidência de cópia ou envio de dados para fora do ambiente da empresa?
  • Os registros disponíveis permitem identificar a origem da conexão utilizada?
MODELO / DOCUMENTOS

Documento e assinatura eletrônica

  • O arquivo apresentado mantém integridade em relação ao momento da assinatura?
  • O certificado utilizado era válido na data indicada e a quem ele pertencia?
  • Há indícios de alteração do conteúdo após a aposição da assinatura?
  • Os metadados do arquivo são compatíveis com a data de criação alegada?
Evite quesito que já traz a resposta embutida Peça data com indicação de fuso Delimite o período examinado Pergunte também o que não é possível afirmar

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre perícia digital

O que é perícia digital?

É a aplicação de método científico para identificar, preservar, analisar e documentar vestígios armazenados em meio digital, de forma que o resultado possa ser conferido por outro perito e usado como prova. Na prática, é o trabalho que transforma um arquivo, um registro de acesso ou o conteúdo de um celular em um laudo capaz de responder perguntas objetivas dentro de um processo.

Qual a diferença entre perícia digital e forense digital?

Os termos costumam ser usados como sinônimos e, no dia a dia, se referem ao mesmo campo. Quando se quer marcar diferença, forense digital descreve o conjunto de técnicas de exame do vestígio, enquanto perícia digital enfatiza o trabalho conduzido por perito para produzir prova em um contexto judicial ou extrajudicial, com todas as formalidades que isso exige.

Quando preciso de perito judicial e quando preciso de assistente técnico?

O perito judicial é nomeado pelo juízo e trabalha para o processo. O assistente técnico é contratado por uma das partes para acompanhar esse trabalho, formular quesitos, apontar falhas de método e apresentar parecer, concordante ou divergente. Se já existe perícia determinada nos autos, o que você contrata é assistência técnica. Se o objetivo é produzir prova própria, antes ou fora do processo, o caminho é a perícia extrajudicial.

A perícia digital recupera arquivos apagados?

Em muitos casos sim. Apagar um arquivo geralmente apenas marca o espaço como disponível, e enquanto ele não for sobrescrito o conteúdo continua lá, recuperável por técnicas de esculpimento de dados. O resultado depende do tempo decorrido, do uso do equipamento depois do apagamento e do tipo de armazenamento, já que discos SSD com TRIM ativo reduzem bastante essa janela.

Dá para periciar um celular com senha ou criptografia?

Depende do modelo, da versão do sistema e do estado do aparelho. Com a senha disponível ou com o desbloqueio autorizado pelo titular, a extração costuma ser ampla. Sem a senha, as possibilidades variam caso a caso, e a avaliação de viabilidade é feita antes de qualquer contratação, sem promessa que a técnica não sustente.

Preciso entregar o dispositivo original?

Para exames completos sim, ao menos durante a aquisição, porque a análise precisa partir de uma cópia forense feita do próprio equipamento. Depois disso o trabalho segue sobre a imagem, e o original pode voltar ao uso. Em casos mais simples, a extração assistida no local ou por videoconferência resolve sem que o aparelho saia com você.

Print de tela ou PDF de conversa serve como prova?

Serve como indício, e é melhor do que nada, mas sozinho é frágil porque não traz metadados nem permite verificação de integridade. O peso aparece quando a captura é acompanhada do arquivo original, do hash calculado na coleta, da cadeia de custódia documentada e, quando cabível, da ata notarial prevista no art. 384 do Código de Processo Civil.

Quanto tempo leva uma perícia digital?

Varia com o volume e o escopo. A aquisição de um celular pode levar horas, a de um servidor com vários discos leva dias, e a análise costuma consumir mais tempo do que a coleta. Casos objetivos, com poucos quesitos e um único dispositivo, tendem a ficar prontos em poucos dias úteis. O prazo é combinado por escrito na proposta, antes do início.

Quanto custa uma perícia digital?

Depende do número de dispositivos, do volume de dados, da complexidade dos quesitos e da urgência. Examinar um notebook é diferente de reconstruir um incidente em ambiente corporativo com dezenas de máquinas e servidores. Após a consulta inicial, sem compromisso, enviamos proposta com escopo, prazo e valor fechados.

O laudo de um perito particular tem validade jurídica?

Tem. O Código de Processo Civil admite qualquer meio legítimo de prova no art. 369, e o parecer técnico produzido por profissional habilitado é apreciado livremente pelo juízo. O que determina o peso do documento não é quem pagou por ele, mas o método aplicado, a integridade demonstrada e a clareza com que as conclusões se sustentam nos dados examinados.

Posso pedir perícia antes de entrar com o processo?

Pode, por dois caminhos. A perícia extrajudicial é contratada diretamente e produz parecer que instrui a petição inicial. E existe a produção antecipada de provas, prevista nos arts. 381 a 383 do Código de Processo Civil, útil quando há risco de a evidência desaparecer antes da ação, o que é comum em meio digital pela rotatividade de registros.

E se a outra parte apagou tudo?

Apagar deixa rastro. Registros de sistema, artefatos de uso, entradas em bancos de dados internos e cópias em nuvem ou em backup frequentemente permitem demonstrar que arquivos existiram e foram removidos, às vezes com data e usuário. A constatação do apagamento, por si só, costuma ter peso relevante na discussão processual.

Vocês analisam conversas de WhatsApp exportadas?

Analisamos, com a ressalva de que o arquivo exportado é um relato do aplicativo e não a base de dados original. Ele ajuda a organizar o caso, mas a força probatória maior vem do exame do aparelho, onde estão a base de mensagens, os metadados e os vestígios que permitem verificar se houve alteração.

A perícia respeita a LGPD e a privacidade das pessoas envolvidas?

Sim, e isso faz parte da qualidade do trabalho. O exame é delimitado pelo escopo contratado ou pelos quesitos deferidos, o acesso é restrito, o material fica sob sigilo e o laudo divulga apenas o que responde às perguntas formuladas. Dados pessoais alheios ao objeto da perícia não são expostos sem necessidade nem fundamento.

Perícia digital serve em processo trabalhista?

Serve, e é bastante comum. Aparece em discussões sobre jornada registrada em sistemas, uso de mensageiros fora do horário, justa causa por conduta em equipamentos da empresa, desvio de informação por ex-empregado e monitoramento corporativo, sempre com atenção aos limites legais da vigilância no ambiente de trabalho.

Como envio o material com segurança?

Depois do primeiro contato, orientamos o canal adequado ao tipo de material: envio por link seguro com registro de recebimento, entrega física da mídia com termo assinado ou coleta presencial quando o equipamento não pode sair do lugar. Em qualquer caminho, o hash é calculado na entrada e a cadeia de custódia começa nesse momento.

Vocês fazem perícia em e-mail corporativo e ambientes em nuvem?

Sim, e essa costuma ser a fonte mais produtiva em casos empresariais. Trabalhamos com preservação de caixas postais, exame de cabeçalhos, identificação de regras de encaminhamento criadas por invasores, trilhas de auditoria de plataformas corporativas e histórico de versões de arquivos. Como muitos desses registros têm retenção curta e configurável, quanto antes a preservação for solicitada, mais material sobra.

Posso mandar periciar o celular do meu cônjuge ou de um funcionário?

Aqui é preciso cuidado. Acessar dispositivo alheio sem consentimento do titular ou sem autorização judicial pode configurar invasão de dispositivo informático, prevista no art. 154-A do Código Penal, e a prova obtida assim tende a ser considerada ilícita nos termos do art. 5º, LVI, da Constituição. No ambiente corporativo, o exame de equipamento da empresa depende de política interna clara e previamente comunicada. Só aceitamos trabalhos com base jurídica definida, e essa avaliação é feita antes de qualquer coleta.

O que é preciso para atuar como perito digital?

O art. 156 do Código de Processo Civil determina que os peritos sejam escolhidos entre profissionais legalmente habilitados e órgãos técnicos inscritos em cadastro mantido pelo tribunal. Na prática, o que sustenta o trabalho é a combinação de formação técnica sólida, capacitação específica em computação forense, domínio das normas de tratamento do vestígio digital e experiência real em produzir documentos que resistem à impugnação.

Qual o prazo de entrega do laudo em processo judicial?

O prazo é fixado pelo juiz, e o art. 477 do Código de Processo Civil determina que o laudo seja protocolado pelo menos vinte dias antes da audiência de instrução e julgamento. Depois disso as partes têm quinze dias para se manifestar, e os assistentes técnicos apresentam seus pareceres nesse mesmo prazo. Pedidos de esclarecimento e impugnações seguem o rito previsto no próprio artigo.

Vocês atuam em arbitragem e em procedimentos administrativos?

Atuamos. Em arbitragem, a prova técnica costuma ter peso ainda maior pela natureza especializada do procedimento. Em sindicâncias e processos administrativos disciplinares, o relatório técnico ajuda a sustentar a decisão e a reduzir o risco de anulação por fragilidade probatória. O rigor de método é o mesmo aplicado no judiciário.

Perícia digital funciona em casos com criptomoedas?

Funciona, com uma característica que favorece o trabalho: transações em blockchain são públicas e permanentes, o que permite documentar o caminho dos valores entre carteiras com precisão. A limitação está na identificação de quem controla cada carteira, informação que normalmente depende das corretoras e, portanto, de ordem judicial. O laudo organiza o rastreamento de modo que o pedido possa ser feito com fundamento técnico.

O que é triagem forense e quando ela reduz o custo?

É uma etapa preliminar em que se verifica, de forma rápida e não invasiva, se o material examinado contém indícios do que se procura, antes de partir para a análise completa. Em casos com muitos dispositivos, a triagem evita gastar horas de exame profundo em equipamentos irrelevantes e concentra o esforço onde a prova realmente está.

Quando basta uma ata notarial e quando é preciso perícia?

A ata notarial resolve bem quando o objetivo é registrar algo visível agora, como o conteúdo de um perfil, de uma página ou de uma publicação. Ela atesta o que o tabelião viu, mas não examina o arquivo por dentro. Quando a pergunta envolve autenticidade, autoria, data real, recuperação do que foi apagado ou integridade do conteúdo, aí é perícia. Nos casos mais robustos, os dois instrumentos se somam.

Entenda a fundo

Por que tanta formalidade em torno de um arquivo

O vestígio digital é frágil por natureza

Diferente de uma impressão digital em um copo, o vestígio digital muda só de ser observado. Ligar um computador altera centenas de registros. Abrir um arquivo atualiza a data de acesso. Conectar o celular à internet pode disparar sincronização e apagar remotamente o que interessava. É essa fragilidade que explica o excesso de cuidado do método forense, que à primeira vista parece burocracia e na prática é o que garante que a prova continue sendo prova.

Há também uma ordem de prioridade que quase ninguém considera fora da área. Dados em memória volátil somem no desligamento, conexões ativas duram minutos, registros temporários são reciclados em horas, e só depois vêm os arquivos em disco, mais estáveis. Coletar na ordem errada custa informação que não volta, e é por isso que a primeira orientação em um incidente costuma ser não mexer em nada até definir a sequência.

O laudo que resiste ao contraditório

Todo laudo bom passa por um teste simples: outro perito, com os mesmos dados e o mesmo método, chegaria ao mesmo resultado? Se a resposta não for claramente sim, o documento tem um problema. Por isso o relatório descreve ferramentas, versões, valores de hash e cada passo executado, além de separar com nitidez o que foi observado do que foi interpretado. Dado e opinião misturados no mesmo parágrafo é o defeito mais comum nos laudos que impugnamos como assistentes técnicos.

O outro ponto é a disciplina de reconhecer limites. Perícia não responde tudo, e dizer isso no laudo aumenta a credibilidade em vez de diminuir. Quando o material só permite afirmar que houve acesso, mas não quem estava no teclado, o texto precisa dizer exatamente isso. Essa mesma postura orienta nosso trabalho nas frentes específicas de imagem, dispositivos móveis e redes, sempre ancorada na cadeia de custódia.

Mitos e realidade

O que se acredita e o que a técnica sustenta

Boa parte das expectativas frustradas com perícia digital nasce de ideias que circulam sem checagem. Vale corrigir algumas antes de contratar.

Apagou, então acabou
Apagar normalmente só libera o espaço para uso futuro. Enquanto não houver sobrescrita, o conteúdo continua recuperável, e o próprio ato de apagar costuma deixar registro datado.
Print de tela resolve
Resolve como indício inicial. Sem arquivo original, metadados, hash e cadeia de custódia, a captura fica vulnerável ao primeiro questionamento sério da parte contrária.
Só vale laudo de perito oficial
O parecer técnico produzido por profissional habilitado é prova legítima e valorada pelo juízo. O que define o peso do documento é o método aplicado, não quem contratou.
Perícia abre qualquer celular
Depende de modelo, versão de sistema e estado do aparelho. Com senha ou autorização do titular, a extração é ampla. Sem isso, a viabilidade varia e precisa ser avaliada antes.
Basta ter o aparelho em mãos
Acesso a dispositivo alheio sem consentimento ou ordem judicial compromete a licitude da prova e pode configurar crime. A base jurídica precisa existir antes da coleta.
O IP identifica a pessoa
O IP identifica uma conexão, não um indivíduo. Com o compartilhamento de endereços entre clientes, a identificação exige também porta de origem, horário exato e dados da operadora.
Conversa exportada é a prova completa
O arquivo exportado é um relato gerado pelo próprio aplicativo. A base de dados no aparelho é que guarda os metadados e os vestígios que permitem verificar alteração.
Perícia sempre demora meses
O prazo acompanha o escopo. Casos com um dispositivo e poucos quesitos costumam sair em dias. O que alonga é volume, número de equipamentos e quesito mal delimitado.

Prova pericial e legislação

O que a lei exige de uma perícia

No processo civil, a prova pericial está disciplinada nos arts. 464 a 480 do Código de Processo Civil. O art. 465 trata da nomeação do perito e abre o prazo para que as partes indiquem assistente técnico e apresentem quesitos, e o art. 466 define a atuação desse assistente, que não está sujeito a impedimento ou suspeição justamente por representar uma das partes. Já o art. 473 lista o que o laudo precisa conter, incluindo a exposição do objeto, a análise técnica, a indicação do método empregado e a resposta conclusiva aos quesitos, com a exigência expressa de linguagem simples e fundamentação.

No campo penal, os arts. 158-A a 158-F do Código de Processo Penal, incluídos pela Lei nº 13.964/2019, formalizaram a cadeia de custódia e detalharam etapas como reconhecimento, coleta, acondicionamento, transporte e descarte do vestígio. Quem produz prova digital ignorando essa disciplina entrega à defesa um argumento pronto, e essa é uma das falhas que mais aparecem quando revisamos laudos como assistentes técnicos.

Existem ainda os prazos que ninguém controla. O Marco Civil da Internet, no art. 13, obriga provedores de conexão a guardar registros por um ano, e no art. 15 fixa seis meses para os registros de acesso a aplicações. Como esses prazos correm independentemente do andamento do caso, a produção antecipada de provas dos arts. 381 a 383 do Código de Processo Civil se torna uma ferramenta relevante sempre que existe risco concreto de a evidência simplesmente deixar de existir.

Sinais de que um laudo digital é frágil

O que examinamos primeiro quando atuamos como assistente técnico e a prova foi produzida pela outra parte.

  • Análise feita sobre o dispositivo original, sem cópia forense
  • Ausência de hash calculado na coleta e conferido na entrega
  • Cadeia de custódia sem registro de quem manipulou o material e quando
  • Método, ferramenta e versão não descritos no relatório
  • Somente capturas de tela, sem arquivo original nem metadados
  • Conclusões que ultrapassam o que os dados examinados sustentam
  • Quesitos respondidos de forma evasiva ou simplesmente ignorados
  • Horários sem fuso indicado, impedindo correlação com registros de acesso

Glossário

Os termos da perícia digital, sem mistério

O vocabulário que aparece em laudos, quesitos e decisões, explicado em linguagem direta. As técnicas específicas estão detalhadas na página de forense digital.

Vestígio digital
Qualquer dado armazenado ou transmitido em meio eletrônico com potencial de esclarecer um fato. É o equivalente digital do vestígio material, e obedece à mesma lógica de preservação.
Imagem forense
Cópia bit a bit de um dispositivo, incluindo o espaço não alocado onde vivem os arquivos apagados. Toda a análise ocorre sobre ela, nunca sobre o equipamento original.
Bloqueador de escrita
Dispositivo ou recurso de software que permite ler o conteúdo de uma mídia sem gravar nada nela, garantindo que o simples ato de copiar não altere o original.
Hash
Assinatura matemática calculada sobre os dados. Se um único bit mudar, o valor muda por completo, o que torna a técnica a forma padrão de comprovar integridade.
Cadeia de custódia
Registro documentado de tudo que aconteceu com o vestígio desde a coleta até a apresentação em juízo, permitindo afirmar que ninguém alterou o material no caminho.
Esculpimento de dados
Técnica de recuperação que localiza arquivos pelo padrão de sua estrutura interna, mesmo quando a referência no sistema já foi removida. É o que recupera o que foi apagado.
Linha do tempo forense
Reconstrução cronológica dos eventos a partir de carimbos de data de várias fontes combinadas, útil para mostrar a sequência real do que aconteceu no equipamento.
Ordem de volatilidade
Regra que define a sequência de coleta, do dado mais efêmero ao mais estável, começando pela memória e conexões ativas e terminando nos arquivos em disco e backups.
Metadados
Informações gravadas no próprio arquivo sobre criação, autoria, dispositivo e alterações. Reencaminhar conteúdo por aplicativo de mensagem costuma apagar boa parte deles.
Espaço não alocado
Área do disco marcada como livre mas que ainda guarda conteúdo de arquivos removidos, até que novos dados a sobrescrevam. É onde mora boa parte das recuperações.
Quesitos
Perguntas formuladas pelas partes e pelo juízo que o perito deve responder de modo objetivo no laudo. Quesito mal formulado é a origem mais comum de laudo inútil.
Laudo e parecer
Laudo é o documento do perito nomeado pelo juízo. Parecer é o documento do assistente técnico contratado pela parte. Ambos são prova técnica e ambos são valorados pelo juízo.
Produção antecipada de provas
Procedimento dos arts. 381 a 383 do Código de Processo Civil que permite documentar a evidência antes da ação principal, útil quando o material corre risco de desaparecer.
Ata notarial
Documento em que o tabelião registra o que constatou pessoalmente, previsto no art. 384 do Código de Processo Civil. Reforça a prova quando somada à coleta técnica.
E-discovery
Processo de coleta, filtragem e organização de grandes volumes de documentos eletrônicos para uso em litígio, comum em disputas empresariais e arbitragens.
Análise de memória volátil
Exame do conteúdo da memória RAM de um sistema ligado, onde ficam processos em execução, chaves de criptografia e conexões que desaparecem no desligamento.
Extração física e lógica
A extração lógica recolhe o que o sistema exibe normalmente. A física copia a memória em nível bruto e alcança área não alocada, com chance maior de recuperar conteúdo removido.
Artefato forense
Rastro deixado pelo uso do sistema, como histórico de execução de programas, listas de arquivos recentes e registros de conexão de dispositivos. É onde a rotina do usuário fica gravada.
Triagem forense
Verificação preliminar e rápida para saber se um equipamento contém indícios relevantes, antes de investir tempo na análise completa. Reduz custo em casos com muitos dispositivos.
Carimbo de tempo e fuso
Data e hora registradas em arquivos e logs. Sem indicação do fuso horário e da fonte do relógio, dois registros verdadeiros podem parecer contraditórios.
Trilha de auditoria
Registro interno de sistemas corporativos que guarda quem acessou, alterou ou exportou informação. Costuma sobreviver mesmo quando o dado visível na tela já foi modificado.
Esclarecimentos periciais
Fase em que as partes pedem que o perito detalhe pontos do laudo. É onde falhas de método aparecem, e onde o assistente técnico costuma concentrar sua atuação.

Onde atendemos

Atendimento em todo o Brasil

A base fica em Governador Valadares, em Minas Gerais, e grande parte do trabalho é conduzida remotamente. O deslocamento acontece quando há equipamento a periciar no local ou diligência determinada pelo juízo.

Boa parte dos casos começa com uma conversa no mesmo dia, para definir o que precisa ser preservado antes de qualquer outra coisa. A partir daí, o material segue por canal seguro, com registro de recebimento e cálculo de hash na entrada, ou é coletado presencialmente quando o equipamento não pode sair do ambiente.

Para empresas, a coleta presencial costuma ser combinada fora do horário de pico, com escopo definido por escrito e discrição em relação às equipes. Para processos judiciais, atuamos em tribunais de todo o país, tanto na condição de perito nomeado quanto como assistente técnico indicado pela parte.

São Paulo Rio de Janeiro Belo Horizonte Brasília Curitiba Porto Alegre Salvador Recife Fortaleza Goiânia Vitória Manaus Juiz de Fora Ipatinga Governador Valadares Atendimento remoto em todo o país

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