Crimes cibernéticos

Investigação de crimes digitais: do rastro à autoria

Todo crime digital deixa rastro. Aplicamos técnicas de investigação forense para apurar a autoria e a materialidade de golpes, fraudes, invasões e crimes contra a honra cometidos por meios digitais, transformando os vestígios em prova com cadeia de custódia, válida para o boletim de ocorrência, a ação criminal e a reparação cível.

Rastrear

Encontrar quem e como

Levantamento técnico dos vestígios digitais para identificar autoria, modus operandi e nexo causal, de fraudes financeiras a perfis falsos.

Ver os crimes investigados
Responsabilizar

Transformar em prova

Coleta de evidências com cadeia de custódia e laudo pericial detalhado, sustentando ações de reparação de danos e processos criminais.

Entender a cadeia de custódia

Metodologia e base legal

Investigação técnica com validade jurídica

A investigação segue um processo estruturado para garantir que as informações coletadas sejam confiáveis e admissíveis em juízo. Os vestígios são levantados nas fontes certas: cabeçalhos e rotas de e-mails, registros de IP, logs de sistemas e firewalls, metadados de arquivos, padrões de movimentação financeira e rastros deixados em redes sociais e plataformas de mensagens.

O objetivo é sempre o mesmo tripé: identificar a autoria, demonstrar o modus operandi e estabelecer o nexo causal entre o agente e o dano. Cada evidência é coletada com cadeia de custódia documentada e hash calculado, e o resultado é entregue em laudo pericial detalhado, em linguagem clara para advogados e julgadores.

Tudo dentro da lei: atuamos sobre materiais do contratante, com consentimento do titular ou por determinação judicial, e o suporte técnico que produzimos serve inclusive para fundamentar pedidos judiciais de identificação junto aos provedores, na forma do Marco Civil da Internet.

Como funciona

Do relato à responsabilização

Consulta e análise

Entendimento do caso com sigilo e avaliação da viabilidade técnica e jurídica da investigação.

Preservação

Coleta imediata das evidências em risco, com hash e cadeia de custódia, antes que os rastros desapareçam.

Investigação

Análise técnica dos vestígios para apurar autoria, modus operandi e nexo causal, correlacionando as fontes.

Laudo e ação

Laudo pericial detalhado para subsidiar o boletim de ocorrência, a ação judicial e a atuação do advogado, com sustentação técnica.

Quem assina o trabalho

O perito por trás da assistência técnica

As investigações de crimes digitais da Infosec Security são conduzidas por Julio Cesar Madeira Soares, perito judicial e extrajudicial com duas décadas de atuação prática em perícias complexas e consultoria em segurança da informação, com atuação em tribunais de justiça de todo o Brasil, nas esferas criminal, cível, trabalhista e corporativa.

A formação une profundo conhecimento técnico em Ciência da Computação a múltiplas pós-graduações nas áreas de Forense Digital, Perícia em Imagens, Documentoscopia e Direito Digital, além de MBA na área, garantindo uma visão que alinha a análise técnica à estratégia processual. Como Especialista em Segurança da Informação e DPO, soma a perspectiva de conformidade legal exigida pelos casos que envolvem dados pessoais.

Todos os procedimentos seguem as melhores práticas e a legislação vigente, incluindo o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e a LGPD (Lei nº 13.709/2018), com processos rigorosos e documentados que garantem a integridade e a admissibilidade das provas, e laudos e pareceres escritos para serem compreendidos por advogados e juízes, sem jargões desnecessários.

Formação acadêmica

Graduação em Ciência da Computação, MBA e dezenove pós-graduações que cobrem o espectro técnico, jurídico e comportamental da perícia digital.

Pós-graduação em Engenharia de Software

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Psicologia Forense

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Administração de Banco de Dados

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Direito Penal e Criminologia

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul mar 2026 a fev 2027

Pós-graduação em Engenharia de Redes e Telecomunicações

Anhanguera Educacional fev 2026 a dez 2026

Pós-graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal

Legale Educacional set 2025 a set 2026

Pós-graduação em Perícias Forenses

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação ago 2025 a ago 2026

Pós-graduação em Perícia em Imagens e Documentos Digitais

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação jul 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Direito Imobiliário

Legale Educacional jun 2025 a jun 2026

Pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil

Legale Educacional mai 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Criminologia

Anhanguera Educacional mai 2025 a jan 2026

Pós-graduação em Documentoscopia com Ênfase em Perícia

Faculdade Facuminas jun 2024 a mar 2025

Pós-graduação em Data Protection Officer (DPO)

Anhanguera Educacional fev 2024 a abr 2025

Pós-graduação em Ciência Forense e Perícia Criminal

Faculdade Facuminas set 2023 a set 2024

Pós-graduação em Perícia Forense Aplicada a Informática

Faculdade Facuminas set 2023 a mai 2024

Pós-graduação em Cybercrime e Cybersecurity: Prevenção e Investigação de Crimes Digitais

Faculdade Facuminas ago 2023 a ago 2024

Pós-graduação em Direito Perícia Judicial e Extrajudicial

Faculdade Facuminas mai 2023 a mai 2024

MBA em Gestão e Tecnologia em Segurança da Informação

DARYUS Consultoria e Treinamento abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Direito Digital

Multivix abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Perícia Forense Digital

DARYUS Consultoria e Treinamento fev 2019 a nov 2019

Bacharel em Ciência da Computação

Faculdade Pitágoras jan 2014 a dez 2017

Dúvidas frequentes

Perguntas de quem sofreu um crime digital

Fui vítima de um golpe online. O que devo fazer primeiro?

Preserve tudo: não apague conversas, e-mails, comprovantes ou notificações, e evite mexer nas contas e dispositivos envolvidos além do necessário. Registre o boletim de ocorrência e acione a perícia o quanto antes, porque os rastros digitais são voláteis e a coleta técnica com cadeia de custódia é o que transforma o ocorrido em prova utilizável.

É possível identificar quem está por trás de um perfil falso?

Em muitos casos, sim. A investigação técnica levanta os rastros disponíveis, como padrões de comportamento, metadados e vínculos entre contas, e documenta a materialidade das publicações. A identificação plena do autor frequentemente exige a obtenção de registros junto aos provedores, o que se faz pela via judicial, e o nosso trabalho fornece o suporte técnico para fundamentar esse pedido.

Meu WhatsApp foi clonado e aplicaram golpes em meus contatos. A perícia ajuda?

Ajuda em duas frentes: documentar tecnicamente o ocorrido, o que protege você perante os contatos lesados e sustenta o boletim de ocorrência, e apurar o vetor do golpe e os rastros deixados pelos criminosos, subsidiando a responsabilização e eventuais ações de reparação.

A investigação serve para processo criminal e também para ação cível?

Sim. O mesmo trabalho técnico que demonstra a materialidade e aponta a autoria de um crime digital serve de base para a queixa-crime ou a notícia-crime e para a ação cível de reparação de danos, incluindo casos de dano moral por calúnia, injúria e difamação em meio eletrônico.

Vocês invadem contas ou rastreiam pessoas?

Não. Investigação forense é diferente de espionagem: trabalhamos sobre dispositivos, contas e materiais do próprio contratante, com consentimento formal do titular ou mediante determinação judicial, e sobre informações publicamente disponíveis. É essa legitimidade que faz a prova valer em juízo, e qualquer serviço que prometa acesso não autorizado a dados de terceiros está fora da lei.

Qual o procedimento para iniciar uma investigação?

O primeiro passo é uma consulta inicial, sem compromisso e com sigilo, em que entendemos o caso e avaliamos a viabilidade técnica e jurídica da apuração. Em seguida enviamos uma proposta objetiva com escopo, prazo e valor definidos.

Entenda a fundo

O crime digital deixa rastro. A questão é saber ler.

Onde os vestígios se escondem

Ransomware deixa vetores de ataque e trilhas de pagamento. Phishing deixa e-mails com cabeçalhos, links e infraestrutura reutilizada. Fraudes bancárias deixam transações, logs de acesso e registros de IP. Perfis falsos deixam padrões de comportamento e vínculos entre contas. A forense digital existe para ler esses rastros com método, mesmo quando o criminoso usa criptografia e ofuscação para escondê-los.

O trabalho combina a análise de dispositivos, tratada em profundidade na nossa página de perícia em dispositivos móveis, com a investigação de sistemas e redes, tema da página de investigação em sistemas computacionais, sob o guarda-chuva metodológico da perícia digital conduzida pelo nosso investigador digital e perito forense.

A pressa é amiga da prova

Nos crimes digitais, o tempo trabalha contra a vítima: mensagens são apagadas, contas encerradas, registros de provedores expiram e o dinheiro desviado se pulveriza. Por isso a primeira providência técnica é sempre a preservação, e quando o material corre risco concreto de sumir, a antecipação de prova garante judicialmente a evidência antes do processo principal.

Do outro lado do balcão, quando a investigação já virou processo e há laudo em disputa, atuamos como assistente técnico, examinando a metodologia e a cadeia de custódia da prova apresentada. E se o golpe usou o nome de um profissional ou escritório, como no golpe do falso advogado, a apuração técnica protege também a reputação de quem foi usado como isca.

Sofreu um golpe ou crime digital?

Cada hora conta para preservar os rastros. Fale com a nossa equipe com sigilo e sem compromisso, e saiba o que é possível fazer no seu caso.

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