Resposta a incidentes e perícia forense

Vazamento de dados: o que houve e quem responde

Investigamos incidentes de vazamento de dados para identificar a origem, mensurar a extensão do que foi exposto e apontar responsabilidades. Da resposta técnica nas primeiras horas ao laudo que subsidia a comunicação à ANPD e a defesa em juízo, transformamos o caos de um incidente em um quadro claro, para empresas, advogados e titulares em todo o Brasil.

Investigar

Por onde os dados saíram?

Identificação do vetor do incidente, da extensão dos dados expostos e da linha do tempo do ataque, a partir de logs, artefatos e registros de sistema.

Ver as frentes de investigação
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Como agir dentro da lei?

Preservação forense da prova e apoio técnico à comunicação à ANPD e aos titulares no prazo da LGPD, demonstrando a diligência da empresa.

Entender a cadeia de custódia

Frentes de investigação

O que investigamos em um vazamento

Um incidente de dados deixa rastros espalhados por logs, sistemas e registros de rede. Estas são as frentes que, combinadas, respondem às três perguntas centrais: o que houve, qual a extensão e quem responde.

A investigação de um vazamento costuma se cruzar com outras frentes periciais. Conheça as áreas que se somam ao caso:

Por que escolher nossos serviços

Metodologia científica, laudos que convencem

Num incidente de vazamento, cada hora conta e cada decisão tem peso jurídico. Comunicar ou não à ANPD, o que dizer aos titulares, como responder a uma ação de reparação: nenhuma dessas escolhas se faz bem sem saber, com precisão técnica, o que de fato aconteceu. Uma perícia bem conduzida transforma logs e artefatos, dispersos e ilegíveis para leigos, em um quadro claro da origem, da extensão e da responsabilidade, e é essa base que sustenta tanto a defesa da empresa quanto o pedido do titular lesado.

Cada análise segue processos rigorosos e documentados, com preservação da cadeia de custódia e verificação de integridade por hash, garantindo a admissibilidade da prova. E o resultado chega em laudos claros e objetivos, escritos para serem compreendidos por advogados, juízes, gestores e pela própria ANPD, sem jargões desnecessários, porque prova que não se entende não convence.

A confidencialidade é absoluta em todas as etapas, algo crítico quando o próprio vazamento da investigação pode agravar o dano. Todos os procedimentos seguem a legislação vigente, incluindo a LGPD (Lei nº 13.709/2018), a Resolução CD/ANPD nº 15/2024 e o Marco Civil da Internet, com atendimento em todo o território nacional, por análise remota ou presencial conforme a urgência do caso.

Fique atento

Sinais de que sua empresa pode ter sido vazada

Vazamentos raramente vêm com aviso. Estes são os indícios que costumam anteceder ou revelar um incidente, e que justificam acionar a perícia sem demora.

Sinal 01

Dados da empresa à venda ou expostos

Informações que só sua empresa possui aparecem em fóruns, grupos ou vazamentos públicos, indício direto de que a base foi comprometida.

Sinal 02

Clientes recebendo golpes direcionados

Titulares relatam fraudes que usam dados fornecidos apenas à sua empresa, sinal de que essas informações saíram de dentro dela.

Sinal 03

Alertas de segurança e acessos anômalos

Logins de locais estranhos, picos de transferência de dados e alertas recorrentes que não recebem explicação clara nem investigação adequada.

Sinal 04

Arquivos criptografados ou pedido de resgate

Sistemas inacessíveis, arquivos com extensões estranhas ou uma nota de resgate: sinais de ransomware, que hoje quase sempre vem com exfiltração de dados.

Sinal 05

Saída de funcionário com acesso à base

Desligamento de quem tinha acesso a dados de clientes, seguido de cópias suspeitas ou uso das informações por concorrente ou em contato direto.

Sinal 06

Incidente em fornecedor que trata seus dados

Um parceiro ou sistema terceirizado que processa dados seus sofre um ataque, o que pode expor as informações sob sua responsabilidade perante a LGPD.

Nossa metodologia de trabalho

Um processo rigoroso e transparente

Acionamento e contenção

Atendimento rápido para orientar as primeiras medidas, evitar a destruição de provas e definir a estratégia de resposta ao incidente.

Coleta de evidências

Preservação forense de logs, imagens de sistemas e artefatos com hash e cadeia de custódia documentada, antes que os rastros se percam.

Análise laboratorial

Reconstrução da origem, da extensão e da linha do tempo do incidente em ambiente controlado, com as ferramentas forenses adequadas.

Laudo técnico

Relatório claro, objetivo e defensável em juízo, com sustentação técnica durante o processo quando necessário.

Quem assina o trabalho

O perito por trás da assistência técnica

As perícias em vazamento de dados da Infosec Security são conduzidas por Julio Cesar Madeira Soares, perito judicial e extrajudicial com duas décadas de atuação prática em perícias complexas e consultoria em segurança da informação, com atuação em tribunais de justiça de todo o Brasil, nas esferas criminal, cível, trabalhista e corporativa.

A formação une profundo conhecimento técnico em Ciência da Computação a múltiplas pós-graduações nas áreas de Forense Digital, Cybersecurity, Perícia Judicial e Direito Digital, além de MBA na área, garantindo uma visão que alinha a análise técnica à estratégia processual. Como Especialista em Segurança da Informação e DPO, soma a perspectiva de conformidade legal exigida pelos casos que envolvem dados pessoais.

Todos os procedimentos seguem as melhores práticas e a legislação vigente, incluindo o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e a LGPD (Lei nº 13.709/2018), com processos rigorosos e documentados que garantem a integridade e a admissibilidade das provas, e laudos e pareceres escritos para serem compreendidos por advogados e juízes, sem jargões desnecessários.

Formação acadêmica

Graduação em Ciência da Computação, MBA e dezenove pós-graduações que cobrem o espectro técnico, jurídico e comportamental da perícia digital.

Pós-graduação em Engenharia de Software

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Psicologia Forense

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Administração de Banco de Dados

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Direito Penal e Criminologia

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul mar 2026 a fev 2027

Pós-graduação em Engenharia de Redes e Telecomunicações

Anhanguera Educacional fev 2026 a dez 2026

Pós-graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal

Legale Educacional set 2025 a set 2026

Pós-graduação em Perícias Forenses

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação ago 2025 a ago 2026

Pós-graduação em Perícia em Imagens e Documentos Digitais

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação jul 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Direito Imobiliário

Legale Educacional jun 2025 a jun 2026

Pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil

Legale Educacional mai 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Criminologia

Anhanguera Educacional mai 2025 a jan 2026

Pós-graduação em Documentoscopia com Ênfase em Perícia

Faculdade Facuminas jun 2024 a mar 2025

Pós-graduação em Data Protection Officer (DPO)

Anhanguera Educacional fev 2024 a abr 2025

Pós-graduação em Ciência Forense e Perícia Criminal

Faculdade Facuminas set 2023 a set 2024

Pós-graduação em Perícia Forense Aplicada a Informática

Faculdade Facuminas set 2023 a mai 2024

Pós-graduação em Cybercrime e Cybersecurity: Prevenção e Investigação de Crimes Digitais

Faculdade Facuminas ago 2023 a ago 2024

Pós-graduação em Direito Perícia Judicial e Extrajudicial

Faculdade Facuminas mai 2023 a mai 2024

MBA em Gestão e Tecnologia em Segurança da Informação

DARYUS Consultoria e Treinamento abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Direito Digital

Multivix abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Perícia Forense Digital

DARYUS Consultoria e Treinamento fev 2019 a nov 2019

Bacharel em Ciência da Computação

Faculdade Pitágoras jan 2014 a dez 2017

Para quem trabalhamos

Quem contrata a perícia em vazamento de dados

Empresas e controladores de dados

Apoio a quem precisa responder a um incidente com rapidez e método, contendo o dano e cumprindo os deveres da LGPD sem perder a prova.

Advogados e departamentos jurídicos

Suporte técnico para defender empresas em ações de titulares e fiscalizações, ou para instruir pedidos de reparação por dados expostos.

Titulares e grupos de afetados

Ajuda a quem teve dados expostos e busca reparação, ligando tecnicamente o dano sofrido à exposição e à conduta do responsável.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre perícia em vazamento de dados

Como sei se minha empresa realmente sofreu um vazamento de dados?

Nem toda suspeita se confirma, e nem todo vazamento é evidente. Alguns chegam por um alerta de segurança, outros por um cliente que recebe golpe usando dados só fornecidos à empresa, e há os que só aparecem quando os dados surgem à venda em fóruns. A perícia analisa logs, acessos e sistemas para confirmar se houve exposição, qual foi a extensão e quais dados foram atingidos, transformando a suspeita em um quadro técnico claro.

A perícia consegue descobrir a origem e o responsável pelo vazamento?

Na maioria dos casos, é possível identificar o vetor: uma invasão externa, um funcionário que copiou a base, uma credencial comprometida, uma configuração exposta ou uma falha em fornecedor. A análise cruza logs de acesso, registros de rede, artefatos dos sistemas e a linha do tempo dos eventos para atribuir o incidente a uma causa e, quando os rastros permitem, a um responsável, com o grau de certeza que as evidências sustentam.

Em quanto tempo preciso comunicar o vazamento à ANPD?

Pela Resolução CD/ANPD nº 15/2024, quando o incidente pode acarretar risco ou dano relevante aos titulares, a comunicação à ANPD e aos titulares deve ocorrer em até três dias úteis contados do conhecimento de que o incidente afetou dados pessoais, com relatório complementar em até vinte dias úteis. Por isso a resposta técnica precisa ser rápida: a perícia ajuda a levantar em tempo hábil as informações que a comunicação exige.

Todo vazamento precisa ser comunicado à ANPD?

Não. A comunicação é obrigatória quando o incidente puder acarretar risco ou dano relevante aos titulares, avaliação que considera fatores como o volume de dados, a sensibilidade das informações e o envolvimento de dados de crianças, financeiros ou de autenticação. Mesmo os incidentes não comunicados devem ser registrados e guardados por, no mínimo, cinco anos. A perícia fornece a base técnica para essa avaliação de risco ser feita com segurança.

O que fazer nas primeiras horas após descobrir o vazamento?

O primeiro passo é não destruir provas. Desligar, formatar ou sair alterando sistemas na pressa pode apagar justamente os rastros que explicam o ataque. O ideal é isolar o que for necessário para conter o dano, preservar logs e evidências com técnica forense e acionar a perícia rapidamente. Agir com método nas primeiras horas é o que permite, ao mesmo tempo, conter o incidente e manter a prova íntegra para a ANPD e para eventual processo.

A perícia serve para provar que a empresa não foi negligente?

Sim, e essa é uma frente importante. Sofrer um ataque não significa, por si só, ter falhado nos deveres de segurança. O laudo pericial documenta as medidas que estavam em vigor, como o incidente ocorreu e como a empresa respondeu, elementos que ajudam a demonstrar diligência perante a ANPD e em ações de titulares. A diferença entre ser visto como vítima diligente ou como responsável negligente muitas vezes está na qualidade dessa documentação técnica.

Fui titular de dados vazados. A perícia pode me ajudar?

Pode. Em ações individuais ou coletivas por dano decorrente de vazamento, a prova técnica é o que liga o dano sofrido à exposição dos dados e à conduta do responsável. A análise pericial pode demonstrar que determinada informação foi de fato exposta, por qual caminho e como isso se conecta ao prejuízo alegado, subsidiando o pedido de reparação.

É possível periciar um vazamento que aconteceu há meses?

Muitas vezes sim, com uma ressalva: quanto mais tempo passa, mais logs são sobrescritos e mais evidências se perdem. Ainda assim, servidores, backups, registros de fornecedores e cópias de dados vazados que circulam externamente costumam preservar rastros aproveitáveis. O laudo deixa claro o que foi possível reconstruir e com qual grau de confiança, sem prometer o que o material não sustenta.

Quais sistemas e registros a perícia analisa?

Depende do caso, mas em geral entram servidores e bancos de dados, logs de aplicação, firewall e rede, registros de acesso e autenticação, estações de trabalho, sistemas em nuvem, e-mails e os registros de eventuais fornecedores envolvidos. A ideia é reunir as fontes que, cruzadas, permitem reconstruir o que aconteceu, quando e por qual caminho os dados saíram.

Vocês atuam como assistente técnico em ações sobre vazamento?

Sim, é um dos nossos principais serviços. Auxiliamos escritórios de advocacia na formulação de quesitos, no acompanhamento do trabalho do perito judicial e na elaboração de pareceres técnicos, tanto para empresas que respondem a ações de titulares ou fiscalizações da ANPD quanto para titulares que buscam reparação por dados expostos.

A perícia pode ser feita sem parar as operações da empresa?

Na maioria dos casos, sim. A coleta forense pode ser feita por imagem dos sistemas e cópia de logs, muitas vezes sem interromper a operação, ou em janelas planejadas quando necessário. O objetivo é preservar a prova e conter o incidente com o menor impacto possível no funcionamento do negócio.

Quanto custa uma perícia em vazamento de dados?

Depende da quantidade de sistemas envolvidos, do período a ser investigado e da complexidade do incidente: analisar um único servidor é diferente de reconstruir um ataque que passou por vários ambientes e um fornecedor. Após a consulta inicial, sem compromisso, enviamos uma proposta objetiva com escopo, prazo e valor fechados.

Entenda a fundo

O vazamento é técnico, a consequência é jurídica

Três perguntas que definem o caso

Todo incidente de vazamento gira em torno de três perguntas: o que aconteceu, qual foi a extensão e quem responde. A resposta a elas não está na intuição nem no depoimento de quem operava o sistema, e sim nos logs, nos artefatos e na correlação entre eles. É esse trabalho técnico que separa o boato do fato e permite que as decisões jurídicas, comunicar à ANPD, notificar titulares, contestar uma ação, sejam tomadas sobre terreno firme.

A investigação raramente fica em um só lugar. Os rastros podem estar em celulares corporativos, campo da perícia em dispositivos móveis, na rede e nos servidores, terreno das perícias em redes, ou o incidente pode compor um crime maior, objeto da investigação de crimes digitais. Em todos os cenários, a cadeia de custódia é o que sustenta a validade do achado.

Sofrer um ataque não é o mesmo que ser negligente

A LGPD não pune quem sofre um incidente; ela cobra de quem não tomou as medidas de segurança adequadas e de quem não respondeu como devia. Essa distinção é decisiva. Uma empresa que mantinha controles razoáveis, detectou o problema e agiu com método tem uma posição muito diferente daquela que foi pega desprevenida e improvisou. O laudo pericial é o que registra, com data e evidência, de qual lado dessa linha a empresa estava, e essa documentação costuma pesar mais do que qualquer alegação.

É um compromisso de honestidade científica que fazemos questão de manter: laudo sério afirma apenas o que o material sustenta, com o grau de confiança que as evidências permitem. É essa postura que faz o laudo resistir ao contraditório, e é com ela que atuamos também como assistente técnico quando a prova apresentada pela outra parte não passa no mesmo teste.

Antes do incidente

Prevenir custa menos que remediar

Feche as portas antes que alguém entre

A perícia entra em cena quando o dano já aconteceu, mas a mesma experiência que reconstrói um vazamento sabe exatamente por onde ele costuma acontecer. Um teste de intrusão identifica as brechas que um atacante exploraria: sistemas desatualizados, credenciais fracas, bancos de dados expostos, permissões mal configuradas. Já o red team vai além e simula um ataque real, incluindo a engenharia social que costuma ser a porta de entrada dos maiores vazamentos.

Complementa esse trabalho a auditoria de segurança, que revisa políticas de acesso, retenção de logs e controles sobre os dados, justamente o que, bem configurado, transforma um eventual incidente futuro em algo rastreável e defensável, em vez de um ponto cego.

Tenha um plano de resposta antes de precisar dele

O relógio da LGPD começa a correr no momento em que a empresa toma conhecimento de que o incidente afetou dados pessoais, e três dias úteis passam rápido no meio de uma crise. Quem improvisa nessa hora tende a destruir prova, comunicar errado ou perder o prazo. Ter um plano de resposta a incidentes definido, com papéis claros e a perícia já mapeada, é o que permite conter o dano e cumprir a lei ao mesmo tempo, em vez de escolher entre um e outro.

Esse preparo caminha junto com a adequação à LGPD, que organiza o inventário de dados, as bases legais e os procedimentos de segurança. Uma empresa adequada não só reduz a chance de incidente como responde melhor quando ele ocorre, porque já sabe quais dados trata, onde eles estão e como demonstrar a diligência que a ANPD espera.

Glossário

Os termos do vazamento de dados, sem mistério

O vocabulário que você vai encontrar em laudos, comunicações à ANPD e ações sobre incidentes, explicado em linguagem direta. O panorama completo das técnicas está nas páginas de perícia digital e forense digital.

Incidente de segurança
Qualquer evento que comprometa a confidencialidade, a integridade ou a disponibilidade de dados pessoais, do vazamento à indisponibilidade causada por ataque.
Controlador e operador
Papéis definidos na LGPD: o controlador decide sobre o tratamento dos dados e responde pela comunicação; o operador trata os dados em nome dele. A distinção define quem responde por quê.
Titular
A pessoa a quem os dados pessoais se referem. É quem a lei protege e quem deve ser comunicado quando um incidente pode lhe causar risco ou dano relevante.
ANPD
Autoridade Nacional de Proteção de Dados, órgão que fiscaliza o cumprimento da LGPD, recebe as comunicações de incidente e pode aplicar sanções.
RCIS (Resolução nº 15/2024)
Regulamento de Comunicação de Incidente de Segurança da ANPD, que fixa o prazo de três dias úteis, o conteúdo da comunicação e o registro obrigatório do incidente.
Risco ou dano relevante
Critério que torna a comunicação obrigatória, avaliado por fatores como volume, sensibilidade dos dados e envolvimento de informações financeiras, de autenticação ou de menores.
Exfiltração de dados
A retirada não autorizada de informações de dentro do ambiente da organização, seja por um invasor externo, seja por alguém de dentro com acesso legítimo.
Vetor de ataque
O caminho pelo qual o incidente aconteceu: phishing, credencial vazada, vulnerabilidade não corrigida, configuração exposta ou falha em um fornecedor.
Ransomware
Ataque que criptografa os dados da vítima e exige resgate. Hoje quase sempre vem acompanhado de exfiltração, o que o torna também um vazamento de dados.
Logs
Registros que sistemas, redes e aplicações geram sobre acessos e eventos. São a principal matéria-prima da perícia para reconstruir o que aconteceu e quando.
Hash
Assinatura matemática única calculada sobre cada evidência no recebimento. Comprova, a qualquer momento, que o material analisado é idêntico ao que foi coletado.
Cadeia de custódia
Documentação de todo o percurso da evidência, do primeiro contato ao laudo, que garante sua integridade e a torna admissível como prova.

Suspeita ou confirmou um vazamento de dados?

Fale conosco com urgência e sigilo. Quanto antes a prova for preservada, melhor a resposta ao incidente e à ANPD, e mais forte a sua defesa.

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