Análise forense de redes de computadores

Perícias em redes: o rastro que a conexão deixa

Toda conexão deixa rastro: logs, registros de acesso e tráfego que contam quem entrou, de onde e o que fez. Analisamos tecnicamente esses vestígios para identificar invasões, rastrear a origem de acessos e ataques e reconstruir a linha do tempo de um incidente, transformando dados dispersos de rede em prova com validade jurídica, para empresas, advogados e pessoas físicas em todo o Brasil.

Rastrear

De onde veio o acesso?

Análise de logs e registros de conexão para identificar a origem de uma invasão ou acesso indevido e o caminho percorrido dentro da rede.

Ver as frentes de análise
Reconstruir

O que aconteceu?

Reconstrução da linha do tempo do incidente a partir do tráfego e dos registros, para mostrar o que foi acessado, alterado ou exfiltrado.

Entender a cadeia de custódia

Frentes de análise

O que analisamos em uma perícia de redes

Um incidente de rede deixa vestígios espalhados por logs, equipamentos e tráfego. Estas são as frentes que, combinadas, respondem quem entrou, por onde, o que fez e como provar isso.

A perícia em redes quase sempre se cruza com outras frentes periciais. Conheça as áreas que se somam ao caso:

Por que escolher nossos serviços

Metodologia científica, laudos que convencem

Em um incidente de rede, a diferença entre uma suspeita e uma prova está na leitura correta dos vestígios. Logs, registros de conexão e tráfego guardam a história do que aconteceu, mas em um formato que não diz nada para quem não sabe interpretá-lo. Uma perícia bem conduzida transforma esse emaranhado técnico em um relato claro de quem acessou, de onde, quando e o que fez, e é essa base que sustenta tanto a responsabilização de um atacante quanto a defesa de quem foi acusado com base apenas em um IP.

Cada análise segue processos rigorosos e documentados, com preservação da cadeia de custódia e verificação de integridade por hash, garantindo a admissibilidade da prova. E o resultado chega em laudos claros e objetivos, escritos para serem compreendidos por advogados, juízes e as partes, sem jargões desnecessários, porque prova que não se entende não convence.

A confidencialidade é absoluta em todas as etapas. Todos os procedimentos seguem a legislação vigente, incluindo o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), a Lei nº 12.737/2012 (invasão de dispositivo informático) e a LGPD, com atendimento em todo o território nacional, por análise remota ou presencial conforme a urgência do caso.

Fique atento

Sinais de que sua rede merece uma perícia

Nem todo problema de rede é ataque, mas certos sinais pedem análise técnica antes que os rastros se percam. Estes são os cenários em que uma perícia costuma fazer diferença.

Sinal 01

Acessos e logins em horários estranhos

Autenticações fora do expediente, de locais incomuns ou com padrão anômalo, indício de credencial comprometida ou acesso indevido.

Sinal 02

Lentidão ou indisponibilidade sem causa clara

Serviços caindo, rede congestionada ou sistemas fora do ar sem explicação, que podem esconder um ataque de negação de serviço.

Sinal 03

Tráfego anômalo de saída

Volumes incomuns de dados deixando a rede, especialmente para destinos externos desconhecidos, possível sinal de exfiltração em curso.

Sinal 04

Alertas de segurança recorrentes ignorados

Firewall, antivírus ou sistemas de detecção disparando avisos que nunca são investigados a fundo, deixando um incidente passar batido.

Sinal 05

Configurações alteradas sem autorização

Regras de firewall, contas ou permissões que mudam sozinhas, sinal de que alguém obteve controle sobre parte do ambiente.

Sinal 06

Acusação baseada só em um endereço IP

Você foi apontado como responsável por uma conduta apenas por um IP. A perícia pode mostrar as fragilidades dessa identificação.

Nossa metodologia de trabalho

Um processo rigoroso e transparente

Consulta inicial

Análise do caso e definição da estratégia técnica, com orientação sobre como preservar logs, equipamentos e registros antes que se percam.

Coleta de evidências

Preservação forense de logs, imagens de sistemas e capturas de tráfego com hash e cadeia de custódia documentada desde o início.

Análise laboratorial

Correlação de logs, tráfego e artefatos em ambiente controlado para reconstruir a origem, o vetor e a linha do tempo do incidente.

Laudo técnico

Relatório claro, objetivo e defensável em juízo, com sustentação técnica durante o processo quando necessário.

Quem assina o trabalho

O perito por trás da assistência técnica

As perícias em redes da Infosec Security são conduzidas por Julio Cesar Madeira Soares, perito judicial e extrajudicial com duas décadas de atuação prática em perícias complexas e consultoria em segurança da informação, com atuação em tribunais de justiça de todo o Brasil, nas esferas criminal, cível, trabalhista e corporativa.

A formação une profundo conhecimento técnico em Ciência da Computação a múltiplas pós-graduações nas áreas de Forense Digital, Perícia em Imagens, Perícia Judicial e Direito Digital, além de MBA na área, garantindo uma visão que alinha a análise técnica à estratégia processual. Como Especialista em Segurança da Informação e DPO, soma a perspectiva de conformidade legal exigida pelos casos que envolvem dados pessoais.

Todos os procedimentos seguem as melhores práticas e a legislação vigente, incluindo o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e a LGPD (Lei nº 13.709/2018), com processos rigorosos e documentados que garantem a integridade e a admissibilidade das provas, e laudos e pareceres escritos para serem compreendidos por advogados e juízes, sem jargões desnecessários.

Formação acadêmica

Graduação em Ciência da Computação, MBA e dezenove pós-graduações que cobrem o espectro técnico, jurídico e comportamental da perícia digital.

Pós-graduação em Engenharia de Software

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Psicologia Forense

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Administração de Banco de Dados

Faculdade Metropolitana mai 2026 a jan 2027

Pós-graduação em Direito Penal e Criminologia

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul mar 2026 a fev 2027

Pós-graduação em Engenharia de Redes e Telecomunicações

Anhanguera Educacional fev 2026 a dez 2026

Pós-graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal

Legale Educacional set 2025 a set 2026

Pós-graduação em Perícias Forenses

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação ago 2025 a ago 2026

Pós-graduação em Perícia em Imagens e Documentos Digitais

IPOG - Instituto de Pós-Graduação e Graduação jul 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Direito Imobiliário

Legale Educacional jun 2025 a jun 2026

Pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil

Legale Educacional mai 2025 a mai 2026

Pós-graduação em Criminologia

Anhanguera Educacional mai 2025 a jan 2026

Pós-graduação em Documentoscopia com Ênfase em Perícia

Faculdade Facuminas jun 2024 a mar 2025

Pós-graduação em Data Protection Officer (DPO)

Anhanguera Educacional fev 2024 a abr 2025

Pós-graduação em Ciência Forense e Perícia Criminal

Faculdade Facuminas set 2023 a set 2024

Pós-graduação em Perícia Forense Aplicada a Informática

Faculdade Facuminas set 2023 a mai 2024

Pós-graduação em Cybercrime e Cybersecurity: Prevenção e Investigação de Crimes Digitais

Faculdade Facuminas ago 2023 a ago 2024

Pós-graduação em Direito Perícia Judicial e Extrajudicial

Faculdade Facuminas mai 2023 a mai 2024

MBA em Gestão e Tecnologia em Segurança da Informação

DARYUS Consultoria e Treinamento abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Direito Digital

Multivix abr 2022 a out 2023

Pós-graduação em Perícia Forense Digital

DARYUS Consultoria e Treinamento fev 2019 a nov 2019

Bacharel em Ciência da Computação

Faculdade Pitágoras jan 2014 a dez 2017

Para quem trabalhamos

Quem contrata a perícia em redes

Empresas e áreas de TI

Apoio a quem sofreu uma invasão, indisponibilidade ou vazamento pela rede e precisa entender o que houve, conter o dano e produzir prova.

Advogados e departamentos jurídicos

Suporte técnico para sustentar ou contestar a autoria e as circunstâncias de um incidente de rede, da fase pré-processual à audiência.

Acusados com base em IP

Ajuda a quem foi apontado como responsável por uma conduta apenas por um endereço de rede, cenário em que a prova costuma ser frágil.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre perícia em redes

O que a perícia em redes consegue descobrir?

Muita coisa que não aparece olhando o computador isoladamente. A partir de logs de servidores, firewall, roteadores e registros de conexão, a perícia reconstrói quem acessou o quê, de onde, quando e por qual caminho. Isso permite identificar invasões, rastrear a origem de um acesso indevido, mapear a movimentação de um atacante dentro da rede e demonstrar como dados saíram do ambiente.

É possível descobrir de qual IP partiu um ataque ou acesso indevido?

Na maioria dos casos, sim, mas com uma ressalva honesta. Os logs costumam registrar o IP de origem, e cruzá-lo com data e hora aponta o caminho da conexão. Só que o IP identifica um ponto de acesso, não necessariamente a pessoa: pode haver uso de VPN, proxy, rede Tor, compartilhamento de conexão ou CGNAT. Por isso o IP inicia a investigação, e a perícia o combina com outros vestígios para chegar a uma conclusão sólida.

Por quanto tempo os registros de conexão ficam guardados?

Pelo Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), os provedores de conexão devem guardar os registros de conexão por um ano, e os provedores de aplicação, os registros de acesso por seis meses, sempre sob sigilo e mediante ordem judicial para acesso. Como esses prazos correm e os logs são voláteis, agir rápido é decisivo: quanto antes se preserva e se requisita, maior a chance de a prova ainda existir.

A empresa sofreu uma invasão. A perícia identifica como o atacante entrou?

Sim, esse é um dos objetivos centrais. Analisando logs, tráfego e artefatos deixados nos sistemas, a perícia reconstrói o vetor de entrada, uma senha comprometida, uma vulnerabilidade explorada, um phishing bem-sucedido, e a movimentação seguinte do invasor pela rede. Esse quadro é essencial tanto para conter a falha quanto para embasar a responsabilização e a resposta perante a LGPD.

Dá para provar que houve um ataque de negação de serviço (DoS/DDoS)?

Sim. Os registros de tráfego e os logs dos equipamentos de rede guardam a assinatura de um ataque de negação de serviço: o volume anômalo, as origens envolvidas e o período de indisponibilidade. A perícia documenta tecnicamente o evento, o que serve para caracterizar o prejuízo, discutir responsabilidade de contratos de serviço e subsidiar medidas judiciais.

O que é captura de pacotes e para que serve na perícia?

É o registro do tráfego que circula pela rede, pacote a pacote. Quando existe essa captura, ou quando é possível coletá-la a partir de determinado momento, a perícia examina o conteúdo e os metadados das comunicações para identificar conexões suspeitas, transferências de dados e o comportamento de um sistema ou de um invasor. É uma das fontes mais ricas quando está disponível.

Invadir uma rede ou sistema é crime no Brasil?

Sim. A Lei nº 12.737/2012, conhecida como Lei Carolina Dieckmann, tipificou a invasão de dispositivo informático, e outras condutas em rede podem configurar crimes conforme o caso, como interrupção de serviço e furto mediante fraude. A perícia estabelece o fato técnico, como a invasão ocorreu e o que foi acessado, enquanto o enquadramento penal cabe ao advogado e ao juízo.

A perícia em redes serve para defender quem foi acusado?

Serve, e é uma frente importante. Uma acusação baseada apenas em um endereço IP pode ser frágil, porque o IP não identifica sozinho a pessoa. A perícia pode demonstrar que a conexão passou por terceiros, que o equipamento estava comprometido, que os logs têm inconsistências ou que a coleta foi feita sem o rigor necessário, elementos que enfraquecem a imputação.

Vocês analisam ambientes em nuvem, além da rede local?

Sim. Boa parte das operações hoje passa por servidores em nuvem, e os provedores mantêm logs de acesso e atividade que são valiosos para a investigação. A perícia trabalha tanto a infraestrutura local, servidores, firewall e equipamentos de rede, quanto os registros de ambientes em nuvem, orientando inclusive o pedido correto desses dados ao provedor quando depende de via judicial.

É preciso parar a rede da empresa para fazer a perícia?

Nem sempre. Boa parte da coleta, logs, imagens de sistemas e capturas de tráfego, pode ser feita sem interromper a operação ou em janelas planejadas. Quando há um ataque em curso, a prioridade é conter o incidente preservando ao máximo as evidências. O objetivo é sempre equilibrar a continuidade do negócio com a integridade da prova.

Vocês atuam como assistente técnico em ações sobre incidentes de rede?

Sim, é um dos nossos principais serviços. Auxiliamos escritórios de advocacia na formulação de quesitos, no acompanhamento do trabalho do perito judicial e na elaboração de pareceres técnicos, concordantes ou divergentes, em ações que envolvem invasões, indisponibilidade de serviços, vazamento de dados e disputas contratuais de TI.

O que devo fazer ao perceber uma invasão para não perder a prova?

O erro mais comum é sair mexendo nos sistemas na pressa, o que sobrescreve logs e apaga rastros. O ideal é isolar o que for necessário para conter o dano, evitar reinstalar ou formatar, preservar os registros existentes e acionar a perícia rapidamente. Anotar horários e o que foi observado também ajuda. Agir com método nas primeiras horas é o que mantém a prova aproveitável.

Quanto custa uma perícia em redes?

Depende do tamanho do ambiente, do número de equipamentos e do período a ser investigado: analisar o log de um único servidor é diferente de reconstruir um ataque que percorreu vários sistemas e a nuvem. Após a consulta inicial, sem compromisso, enviamos uma proposta objetiva com escopo, prazo e valor fechados.

Entenda a fundo

A rede lembra o que as pessoas esquecem

Cada conexão deixa um vestígio

Diferente de uma conversa que se perde ou de uma testemunha que hesita, a rede registra. Cada login, cada acesso a um arquivo, cada conexão de saída deixa uma marca em algum log, roteador, firewall ou servidor. O problema é que esses vestígios estão espalhados, em formatos crus, e desaparecem com o tempo. A perícia em redes existe para reunir essas peças antes que sumam e transformá-las em um relato coerente do que aconteceu.

Esse trabalho quase nunca fica só na rede. Um acesso investigado costuma levar a um computador ou celular, campo da perícia em dispositivos móveis, o incidente pode ser um vazamento de dados ou compor um crime maior, objeto da investigação de crimes digitais. Em todos os cenários, a cadeia de custódia é o que sustenta a validade do achado.

Um IP não é uma pessoa

Vale um alerta que evita muita injustiça: identificar o endereço IP de onde partiu uma conexão não é o mesmo que identificar quem estava no teclado. Uma mesma conexão pode ser compartilhada por várias pessoas, mascarada por VPN, proxy ou Tor, ou atribuída a dezenas de usuários por trás de um CGNAT. Por isso o IP é o começo da investigação, nunca o fim. Uma acusação que se apoia só nele é frágil, e demonstrar essa fragilidade é uma das frentes mais importantes da perícia.

É o mesmo compromisso de honestidade técnica que aplicamos em qualquer laudo: afirmar só o que os vestígios sustentam, com o grau de certeza que eles permitem. Essa postura é o que faz o laudo resistir ao contraditório, e é com ela que atuamos também como assistente técnico quando a prova de rede apresentada pela outra parte não passa no mesmo teste.

A lei e o tempo

A prova de rede tem prazo de validade

Logs somem, e a lei fixa prazos

Há um relógio correndo contra a prova de rede. O Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) obriga os provedores de conexão a guardar os registros de conexão por um ano e os de aplicação por seis meses, sempre sob sigilo e acessíveis mediante ordem judicial. Passado esse prazo, os dados podem simplesmente não existir mais. Dentro da empresa, então, os logs costumam ser sobrescritos em dias ou semanas se ninguém os preserva. Por isso, em rede, quem demora perde prova.

Agir cedo tem duas frentes: preservar imediatamente o que está sob seu controle, logs de servidores, firewall e sistemas, e, quando o dado depende de terceiros ou de provedor, provocar rápido o pedido judicial correto. A perícia orienta exatamente o que preservar, o que requisitar e como, para que a prova ainda esteja lá quando o processo precisar dela.

Invasão de rede é crime, e a prova sustenta a ação

Do lado penal, a Lei nº 12.737/2012, a Lei Carolina Dieckmann, tipificou a invasão de dispositivo informático, e condutas em rede podem configurar também interrupção de serviço e furto mediante fraude, conforme o caso. Mas a tipificação sozinha não resolve: é a prova técnica que demonstra como a invasão ocorreu, o que foi acessado e por qual caminho, dando materialidade à acusação ou base para a defesa.

Quando o incidente envolve dados pessoais, soma-se a dimensão da LGPD, e a empresa precisa demonstrar tanto o que houve quanto a diligência com que respondeu. Nessas horas, a perícia se junta à investigação de crimes digitais e à atuação como assistente técnico para orientar o que pedir, como coletar e como interpretar cada registro.

Glossário

Os termos da perícia em redes, sem mistério

O vocabulário que você vai encontrar em laudos e pareceres sobre incidentes e investigações de rede, explicado em linguagem direta. O panorama completo das técnicas está nas páginas de perícia digital e forense digital.

Log
Registro que sistemas, servidores e equipamentos geram sobre acessos e eventos. É a principal matéria-prima da perícia para reconstruir o que aconteceu.
Registro de conexão
O dado que o provedor guarda sobre a conexão do usuário à internet (IP, data e hora). Pelo Marco Civil, deve ser mantido por um ano, sob sigilo.
Registro de acesso a aplicação
O registro que o provedor de aplicação mantém sobre o uso de um serviço on-line. Pelo Marco Civil, o prazo mínimo de guarda é de seis meses.
Endereço IP
O número que identifica um ponto de conexão na rede. Aponta o caminho da conexão, mas não identifica sozinho a pessoa que estava no teclado.
CGNAT
Técnica em que muitos usuários compartilham um mesmo IP público. Sem o registro da porta de origem, dificulta a identificação precisa de quem se conectou.
VPN, proxy e Tor
Recursos que mascaram ou redirecionam a conexão, ocultando o IP real de origem. Sua presença é um dos motivos pelos quais o IP não basta para identificar alguém.
Captura de pacotes
O registro do tráfego que circula pela rede, pacote a pacote, que permite examinar conexões, transferências e o comportamento de sistemas e invasores.
Firewall
O equipamento ou software que filtra o tráfego entre redes. Seus logs são fonte valiosa para identificar tentativas de acesso e conexões bloqueadas ou permitidas.
DoS / DDoS
Ataques de negação de serviço, que sobrecarregam um sistema para torná-lo indisponível. Deixam assinatura clara no tráfego e nos logs dos equipamentos.
Vetor de invasão
O caminho pelo qual o atacante entrou: senha comprometida, vulnerabilidade explorada, phishing ou configuração exposta. Identificá-lo é central na perícia.
Linha do tempo (timeline)
A reconstrução cronológica do incidente a partir dos registros, ligando login, acesso, conexão externa e envio de dados em uma sequência compreensível.
Hash
Assinatura matemática única calculada sobre cada evidência no recebimento. Comprova, a qualquer momento, que o material analisado é idêntico ao coletado.

Sua rede foi invadida ou é peça de um processo?

Fale conosco com urgência e sigilo. Logs somem rápido e a lei fixa prazos: quanto antes a prova for preservada, mais forte fica a investigação e a sua posição.

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